AGIR LOCAL, PENSAR GLOBAL!
Trata-se do espaço que dá voz ao CADEP-CN (Clube dos Amigos e Defensores do Património - CulturaL e Natural) de Santa Maria, sócio coletivo dos Amigos dos Açores. Direciona-se para a valorização, salvaguarda e divulgação do património cultural e natural mariense, com reflexões mais abrangentes sobre o "Ambiente" em geral, na senda do "Agir Local-Pensar Global". A informação/educação ambiental e a defesa do bem-estar animal é igualmente, um desiderato de fundo deste espaço.
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Bem vindo(a) ao NaturMariense
Convidamo-lo(a) a ler, participar e juntar-se às causas defendidas pelo CADEP-CN e pelos Amigos dos Açores, em Santa Maria.
Escreva, dê ideias e denuncie situações: cadep.cn@gmail.com ou santamaria@amigosdosacores.pt
10 de julho de 2012
9 de julho de 2012
COMO SUBSTITUIR A PALAVRA "EXPLORAR" ?
Qual o sentido de se aplicar
herbicidas sistematicamente nos caminhos públicos?
No Alentejo faz sentido a erva
aparecer seca. Nos Açores é suposto a erva ser verde e crescer. Os herbicidas
contêm moléculas sintéticas estabilizadas que permanecem muito tempo no
ambiente e que podem entrar na cadeia
alimentar chegando aos seres humanos.
CHAMA-LHE NOMES!
PARA
CONHECER MELHOR OS BICHOS DOS AÇORES
O Grupo de Biodiversidade dos
Açores, da Universidade dos Açores tem entre mãos o projeto "Chama-lhe
nomes" que visa incentivar o público em geral a participar no
"batismo" de espécies endémicas.
Este conta com vários parceiros
como os Amigos dos Açores - Associação Ecológica a Associação Os Montanheiros,
Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Centro de Ciência de Angra do Heroísmo,
Museu Carlos Machado e o Centro de Ciência Expolab.
No arquipélago dos Açores há
seres vivos que não existem em mais nenhuma parte do mundo e que por isso se
diz que são endémicos dos Açores. Santa Maria, para além de espécies endémicas
dos Açores, ou seja, que existem em mais do que uma ilha, ainda tem espécies
endémicas da própria ilha, nomeadamente no Pico Alto, com relevo para os gastrópodes e artrópodes de solo.
Muitos dos insetos endémicos dos Açores não
têm nomes comuns e o Grupo de Biodiversidade dos Açores gostaria da vossa ajuda
para lhes encontrar um!
A IMPORTÂNCIA DE UM
NOME CIENTÍFICO E POPULAR
| Coleção de insetos do Senhor Pombo (Foto: J.Melo, 1998) |
Quando é descrita
cientificamente, uma espécie recebe um nome único, formado por duas palavras em
latim, seguidas pelo nome do(s) cientista(s) que a descreveram e da data de
descrição. Por exemplo, "Hipparchia azorina Strecker, 1899" é uma
espécie de borboleta descrita em 1899 pelo cientista Hermann Strecker e “Tarphius
pomboi Borges, 1991”
é uma espécie de escaravelho (coleóptero), descoberto pelo naturalista mariense
Dalberto Teixeira Pombo e confirmado pelo cientista Paulo Borges, em 1991.
No dia a dia não dá jeito usar os
nomes científicos das espécies e seria melhor conseguir reconhecê-las por um
nome comum. Infelizmente existem poucos nomes comuns para insetos e é aqui que
precisam da sua ajuda:
Se é bom observador? Se é
criativo? Tem jeito para nomes?
Então arranje um nome para um
bicho e habilite-se a entrar para a história!
Se gostaria de ver o seu nome
entrar para a História Natural dos Açores ajude-lhes a escolher nomes comuns
para as espécies de insetos endémicos indicados na página de Facebook
"Chame-lhe nomes"
(www.facebook.com/pages/Chama-lhe-Nomes/208455489271811) e o seu nome aparecerá
no Portal da Biodiversidade dos Açores (www.azoresbioportal.angra.uac.pt).
* José Andrade Melo
CADEP-CN e Amigos dos Açores, Sta Maria
Fonte consultada: Bioportal da UAç.
8 de julho de 2012
6 de julho de 2012
PS APROXIMA-SE CADA VEZ MAIS AOS DIREITOS DOS ANIMAIS?
AR VOTOU HOJE PROJETOS PARA ACABAR COM APOIOS PÚBLICOS ÀS TOURADAS
E SUA EXIBIÇÃO NA TELEVIÃO, NÃO HAVENDO, AINDA A APROVAÇÃO, MAS CONTOU COM VÁRIOS VOTOS
FAVORÁVEIS E ABSTENÇÕES DE DEPUTADOS DO PS
Os projetos de BE e PEV para
proibir o apoio e exibição de touradas na televisão pública não passaram hoje
na AR, mas, para além dos votos dos deputados daquelas forças partidárias, mereceram também votos favoráveis e abstenções
de vários socialistas e de um deputado do CDS-PP num dos diplomas, expressando
cada vez mais uma crescendo paulatino do Partido Socialista, sobre estas matérias
dos direitos dos animais, e da imoralidade da entrega de dinheiros públicos,
para apoio ao sofrimento animal.
Durante as votações na Assembleia da
República, o projeto de lei apresentado pelos bloquistas para impedir o apoio
institucional à realização de espetáculos que inflijam sofrimento físico,
psíquico ou provoquem a morte de animais recebeu voto favorável de 12 deputados
do PS (Francisco Assis, Pedro Nuno Santos, Pedro Alves, Duarte Cordeiro, Isabel
Moreira, Acácio Pinto, Jacinto Serrão, Mário Ruivo, Ana Paula Vitorino, Nuno
Sá, Filipe Neto Brandão, Inês de Medeiros) e do deputado do CDS-PP João Rebelo,
para além do apoio do PEV.

Abstiveram-se ainda os deputados
socialistas (Ferro Rodrigues, Carlos Enes, Eduardo Cabrita, Elza Pais, Isabel
Oneto e Mário Ruivo).
Já o projeto do BE para proibir a exibição de
espetáculos tauromáquicos na televisão pública e alterar a lei da televisão
teve votos a favor do PEV e dos socialistas Isabel Moreira, Jacinto Serrão,
Rosa Albernaz e Pedro Delgado Alves e a abstenção de 11 parlamentares do PS -
Pedro Nuno Santos, Ferro Rodrigues, Ana Paula Vitorino, Eduardo Cabrita, Carlos
Enes, Filipe Neto Brandão, Inês de Medeiros, Nuno Sá, Acácio Pinto, Francisco
Assis e Mário Ruivo.
* José Andrade Melo
Fonte
consultada: Jornal iOnline”
No Brasil: "PRODUTOS AGRÍCOLAS ASSOCIADOS A GRANDES FILMES"
A HORTIFRUTI INOVA NA DIVULGAÇÃO DOS SEUS PRODUTOS, COM GRANDE
SUCESSO
No Rio de Janeiro, a HORTIFRUTI, uma
rede de venda de legumes, verduras e frutas, com uma forte componente orgânica,
nos últimos 2 anos, tem vindo a inovar nas suas propagandas, criando uma série baseada
em títulos de filmes onde os atores principais são os próprios produtos agrícolas.
Os cariocas ficavam na
expectativa da próxima propaganda, que era sempre estampada num grande outdoor
no Centro do Rio, com o lançamento sempre às segundas-feiras.
A “Hortifruti”, privilegia
os produtos frescos e saudáveis, dando grande ênfase à agricultura biológica,
como poder ler em:
VEJA ABAIXO ALGUMS DOS NOVOS CARTAZES DA HORTIFRUTI, SEM DÚVIDA
MUITO CRIATIVOS, E VEICULADORES DE GRANDE IMPACTO.
5 de julho de 2012
UMA RESPOSTA À MANEIRA, A UM DEFENSOR DA BRUTALIDADE DAS TOURADAS
“O GRANDE BRUTO”
Por: Rui C.Barbosa
No dia 27 de Junho de 2012, saiu no
Diário de Notícias um escrito intitulado "O mundo moderninho" da autoria de
Joel Neto, defendendo as touradas, ao qual responde Rui Barbosa, nos seguintes
termos:
“Esta gente que gosta de touradas
utiliza argumentos que para alguém a uns degraus acima do seu nível intelectual
é difícil de compreender. Costuma-se dizer que nunca devemos tentar argumentar
contra um idiota, pois este rebaixa-nos ao seu nível e bate-nos aos pontos.
Assim, nem vou tentar desmontar o argumento da suposta "importância
histórica e valor etnográfico" da tourada que a comparo à importância
histórica e ao valor etnográfico de outras velhas tradições há muito esquecidas
do nosso imaginário nacional.
3 de julho de 2012
DISJUNÇÕES PRISMÁTICAS DA RIBEIRA DO MALOÁS (DESCRIÇÃO)
CONHEÇA ESTE GEOSSÍTIO SINGULAR DE
SANTA MARIA
--
| Pavimento do leito da R.Maloás (Foto: J.Melo) |
A Ribeira do Maloás, situada no
lugar da Piedade-Malbusca (Santo Espírito) sobre fundo de basalto apresentando um pavimento de
superfície poligonal do tipo “Calçada de Gigante”.
-
Esta ribeira tornou-se famosa pela compleição
da sua pequena queda de água que expõe uma das mais belas formações com que a
atividade vulcânica presenteou a ilha de Santa Maria e os Açores.
-
A cascata, com cerca de15 a
20 m de
altura, situada a cerca de 220 da foz da
ribeira ostenta um extenso afloramento de uma disjunção prismática, ou colunar,
em escoada lávica basáltica subaérea pertencente ao Complexo do Pico Alto.
-
| Cascata da R.Maloás (Foto: J.Melo) |
-
A cascata, com cerca de
-
Embora existam outras formações
do género noutras ilhas dos Açores, nomeadamente a “Rocha do Bordões” nas
Flores, as mesmas não permitem uma proximidade e ângulos de visão tão
facilitados e díspares como as Disjunções Prismáticas da Ribeira do Maloás,
permitindo uma fruição muito particular e captação de imagens extraordinárias.
-
| Turistas visitam a R.Maloás (Foto J.Melo) |
É um património geológico e elevado interesse didático e turístico.
-
A formação de disjunção colunar em rochas
vulcânicas é um assunto que suscita alguma controvérsia, em especial no que diz
respeito à sua génese e desenvolvimento da morfologia. Porém, parece ser
consensual que a causa da disjunção colunar se
relaciona com a contração térmica da lava provocada pelo seu
arrefecimento.
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A disjunção prismática da Ribeira
de Maloás é também um dos 5 geossítios prioritários do Geoparque Açores, na
ilha de Santa Maria.
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* José Andrade Melo
Fonte consultadas: SIARAM e "Bio e Geo Conservação"
1 de julho de 2012
BARREIRO DA FANECA : “O DESERTO VERMELHO” ÚNICO NOS AÇORES
CONHEÇA MELHOR ESTE FAMOSO GEOSSÍTIO
E O QUE DEFENDEMOS PARA SUA PROTEÇÃO E MELHOR FRUIÇÃO
(Vídeo, no final)
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(Vídeo, no final)
-
Com altitudes que rondam os 200 metros acima do
nível do mar, apresenta-se como uma superfície de relevo ondulado com declives muito
suaves, inferiores a 4-5%, e com uma capacidade de drenagem muito reduzida. Nas
zonas desprovidas de vegetação é notória a erosão do solo, podendo ser
observadas "dunas" causadas pela erosão eólica e hídrica.
Com o objetivo de irradicar e
controlar parte das infestantes que têm vindo a cobrir o Barreiro da Faneca,
este geossítio foi alvo de uma limpeza no âmbito do PRECEFIAS - Plano
Regional de Erradicação e Controlo de Espécies de Flora Invasora em Áreas Sensíveis.
A intervanção “limpou” cerca de 12 000 m2 tendo um custo de 55 000,00 €, acometido
à Secretaria Regional do Ambiente e do Mar.
VÍDEO: A CORAGEM DOS APANHADORES DE MARISCOS EM ESPANHA
O "percebes" e um
famoso marisco que se fixa nas falésias
batidas pelas ondas. Dizem que é o mais carnudo do mundo e custa muito caro,
certamente pela forma, extremamente difícil e perigosa de ser apanhado.
Na Galiza, no norte da Espanha,
os coletores especialistas de “percebes” conseguem ganhar 800 Euros em duas horas de trabalho, mas nunca sabem se
sairão vivos da empreitada, tal é o perigo que correm.
Uma média de 5 apanhadores (“percebeiros”)
morrem em cada ano e muitos mais ficam
feridos gravemente, ao baterem contra as
rochas, no vai e vem das ondas.
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