Bem vindo(a) ao NaturMariense

Convidamo-lo(a) a ler, participar e juntar-se às causas defendidas pelo CADEP-CN e pelos Amigos dos Açores, em Santa Maria.

Escreva, dê ideias e denuncie situações: cadep.cn@gmail.com ou santamaria@amigosdosacores.pt


13 de julho de 2012

DIREITOS DOS ANIMAIS NA EUROPA, EM DEBATE (EURONEWS, I TALK))

  VÍDEO E ENTREVISTA MUITO INTERESSANTE COM QUESTÕES EM DIRETO DE CIDADÃOS EUROPEUS

Os animais têm direitos a nível europeu? Quais são eles?

Quem os defende e quais as sanções para quem os violar?

Respondeu a estas e a outras questões No programa I Talk, da Euronews, Michel Vandenbosch, Presidente do GAIA, entrevistado por Alex Taylor, havendo também questões colocadas em direto por cidadãos de vários países europeus.



Alex Taylor: -O qué o GAIA?

Michel Vandenbosch: -O Gaia é uma associação de bem-estar animal que foi criada na Bélgica, mas nós também fazemos parte do Conselho de Administração do Eurogrupo para os animais…

Alex Taylor: – …que é um movimento europeu.

As questões dos espectadores vieram a seguir. A primeira foi colocada por Thibaut, da Bélgica:

12 de julho de 2012

TRILHOS PEDESTRES PASSAM A TER SUPERVISÃO DO TURISMO E DO AMBIENTE

UMA REPARTIÇÃO QUE CLARIFICA RESPONSABILIDADES 

O novo regime jurídico dos percursos pedestres dos Açores vem reforçar poderes de fiscalização das Direções Regionais do Ambiente e do Turismo, clarificando critérios de atribuição dos trilhos a uma e a outra entidade. 

As principais novidades do novo Regime Jurídico dos Percursos Pedestres da Região Autônima dos Açores (RJPPRA, relativamente ao anterior, passam pela repartição da gestão dos trilhos pedestres entre a Direção Regional do Turismo e a Direção Regional do Ambiente, tal como referiu o diretor regional do Ambiente, João Bettencourt.  

 “Todos os trilhos que passam, mesmo que seja uma pequena parte, numa área protegida ficam sob alçada da Direção Regional do Ambiente, sendo que todos os restantes trilhos ficam sob alçada da Direção Regional do Turismo,” declarou João Bettencourt.  

AGRICULTURA BIOLÓGICA PODE COMEÇAR NO JARDIM DE INFÂNCIA

UM EXEMPLO VINDO DO FAIAL 

Na decorrência da formação sobre agricultura  biológica (AB), que está a decorrer no Faial, o formador Eng. António Strecht Ribeiro visitou o Colégio de Infância de Santo António (CISA), uma instituição com valências de creche e jardim-de-infância, primeiro ciclo e casa de acolhimento.

Um encontro que decorreu na estufa montada no sábado passado, pelas mãos de alguns pais e membros da instituição que, durante cinco horas e meia, levantaram uma nova estrutura de suporte à educação dos seus filhos.

Recebido pela Diretora da Instituição, Rosa Dart, e pela representante dos pais e formanda no curso de AB, Romana Medeiros, ficou estabelecido que os formandos do curso irão desenvolver um desenho da plantação segundo os princípios da agricultura biológica. O plano será debatido e corrigido pelo formador, sendo depois executado com a orientação dos professores e educadores.

Será feita uma aposta na biodiversidade em hortícolas e aromáticas, ficando cada grupo de alunos responsável por uma área da estufa, implicando-os na gestão do espaço. A envolvente à estufa também será plantada na perspetiva de se atrair os seres auxiliares favoráveis ao equilíbrio do sistema agrícola.

Destacou-se a importância da palhagem, cobertura do solo com os cortes das sebes e fetos, como forma de controlar as ervas indesejáveis e de fornecer carbono ao solo.

Uma excelente perspetiva de formação para os jovens desta instituição, que irão fazer sementeira e plantação. E crescer aceitando uma lógica de biodiversidade na produção agrícola. Um elogio merecido para os professores da instituição pela abertura e recetividade à ideia de ensinar agricultura biológica ao seus alunos. Usando os recursos disponíveis, articulando conhecimentos e com a coragem de experimentar novas abordagens. 

Por: Pedro Medeiros
In: “Rede Açores Pro Bio”

VÍDEO: "O HOMEM E OS CAVALOS"

AMIZADE, CUMPLICIDADE, CONFIANÇA...

11 de julho de 2012

QUEM PRATICA AGRICULTURA BIOLÓGICA EM SANTA MARIA?

PEDIDO DE COLABORAÇÃO DA “REDE AÇORES PRO BIO” 

O CADEP-CN, através do seu coordenador José Melo, na qualidade de representante da “Rede Açores Pro Bio”, em Santa Maria, solicita a todos os praticantes de agricultura biológica na ilha, mesmo que de pequeno âmbito, em hortas familiares, o favor de nos informar, para termos uma dimensão dessa prática cá na terra, e facultar a sua divulgação e partilha de informações/experiências. 

Contate-nos através do endereço cadep.@gmail.com, podendo mandar-nos algumas fotos para apresentação/divulgação na “Rede Açores Pro Bio”

(http://redeproacoresbio.blogspot.pt/p/membros-ativos.html), e fazermos a sua inscrição na mesma, se o desejar. 

Colabore na divulgação da “Rede Açores Pro Bio”, colocando o link www.redeproacoresbio.blogspot.com no seu blog ou na sua página ou mural/grupo do facebook e contribua para a promoção e partilha de informação sobre agricultura biológica, a bem da saúde, do ambiente e dos Açores. 

A “Rede Açores Pro Bio”, com um representante por ilha (http://redeproacoresbio.blogspot.pt/p/membros-ativos.html), adotou como lema:  

“Conhecer globalmente para agir localmente. Uma Região, nove ilhas. Cooperativamente, promovendo a produção, a comercialização e o consumo de produtos biológicos, nos Açores” 

Partilhe o nosso entusiasmo. Viva com paixão. Acredite num futuro melhor. Num futuro Bio. 

* José Melo
  Pedro Medeiros (Criador e coordenador regional da “Rede Açores Pro Bio”)

NÃO COMPRE O ANANÁS VERDE!

OS FRUTOS NÃO CLIMATÉRICOS COMO O ANANÁS, NÃO DEVEM SER COMPRADOS VERDES-
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O ananás é um fruto não-climatérico, ou seja, não amadurece após a colheita. Caso seja apanhado imaturo ou verde, terá uma elevada acidez e pouco açucar, chegando ao consumidor azedo e sem o sabor carateristico do fruto. No inverno deverá ser colhido mais tardiamente do que no verão.
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O ponto de colheita, determina as suas caraterísticas. No oposto temos a banana, fruto climatérico, amadurece naturalmente depois de colhida.
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* Informação do amigo António Simas. In "Rede Açores Pro Bio"

10 de julho de 2012

PETIÇÃO "ATRIBUIÇAO DO DO PRÉMIO NOBEL DA PAZ A BRIGITTE BARDOT"

UMA REFERÊNCIA MUNDIAL DE LONGA E CORAJOSA LUTA NA DEFESA DOS DIREITOS DOS ANIMAIS   

ASSINE APETIÇÃO AQUI
     Junte-se à união mundial em torno da Brigitte Bardot com a finalidade da atribuição do prémio Nobel da Paz, intitulado "Leonardo da Vinci."

      Ela tem sido inegavelmente uma representante da causa dos Direitos e do Bem-estar  animal de uma maneira predestinada, corajosa e persistente, constituindo uma referência internacional pelas suas lutas e ações.

    Parece-me que ela foi ungida para isto. Como a ONU é uma ONG das ONGs a nível mundial, devemos criar uma voz para eles, através de um lugar lá, para que passam a ser respeitados como seres da Criação como nós, para podermos finalmente sermos chamados de humanos.

   Recorde-se também que foi a préopria ONU, que lançou a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, tendo em Brigitte Bardot uma principal defensora mundial do seu cumprimento integral.

  Junte-se a esta ação cívica para que o premio nobel da Paz, intitulado de Leonardo da Vinci, seja atribuido a Brigitte Bardot como reconhecimento pela sus meritória e destacada luta em prol da nobre causa do respeito, haomonia e bem estar entre todas as criaturas da Terra.

ASSINE APETIÇÃO AQUI .

ASSINE A PETIÇÃO CONTRA A DESTRUIÇÃO DA AMAZÓNIA!

AGIR LOCAL, PENSAR GLOBAL!

9 de julho de 2012

COMO SUBSTITUIR A PALAVRA "EXPLORAR" ?

Herdámos ilhas com uma natureza fantástica. É verdade que no passado muito se alterou e destruiu. Mas ainda estamos a tempo de legar aos nossos descentes  ilhas ambientalmente sustentáveis, com o trunfo turístico que isso constitui.

Qual o sentido de se aplicar herbicidas sistematicamente nos caminhos públicos?

No Alentejo faz sentido a erva aparecer seca. Nos Açores é suposto a erva ser verde e crescer. Os herbicidas contêm moléculas sintéticas estabilizadas que permanecem muito tempo no ambiente e que  podem entrar na cadeia alimentar chegando aos seres humanos.

CHAMA-LHE NOMES!

PARA CONHECER MELHOR OS BICHOS DOS AÇORES 

O Grupo de Biodiversidade dos Açores, da Universidade dos Açores tem entre mãos o projeto "Chama-lhe nomes" que visa incentivar o público em geral a participar no "batismo" de espécies endémicas.

Este conta com vários parceiros como os Amigos dos Açores - Associação Ecológica a Associação Os Montanheiros, Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Centro de Ciência de Angra do Heroísmo, Museu Carlos Machado e o Centro de Ciência Expolab. 

No arquipélago dos Açores há seres vivos que não existem em mais nenhuma parte do mundo e que por isso se diz que são endémicos dos Açores. Santa Maria, para além de espécies endémicas dos Açores, ou seja, que existem em mais do que uma ilha, ainda tem espécies endémicas da própria ilha, nomeadamente no Pico Alto, com relevo para  os gastrópodes e artrópodes de solo.  

 Muitos dos insetos endémicos dos Açores não têm nomes comuns e o Grupo de Biodiversidade dos Açores gostaria da vossa ajuda para lhes encontrar um! 

A IMPORTÂNCIA DE UM NOME CIENTÍFICO E POPULAR 

Coleção de insetos do Senhor Pombo
 (Foto: J.Melo, 1998)
Quando é descrita cientificamente, uma espécie recebe um nome único, formado por duas palavras em latim, seguidas pelo nome do(s) cientista(s) que a descreveram e da data de descrição. Por exemplo, "Hipparchia azorina Strecker, 1899" é uma espécie de borboleta descrita em 1899 pelo cientista Hermann Strecker e “Tarphius pomboi Borges, 1991” é uma espécie de escaravelho (coleóptero), descoberto pelo naturalista mariense Dalberto Teixeira Pombo e confirmado pelo cientista Paulo Borges, em 1991. 

No dia a dia não dá jeito usar os nomes científicos das espécies e seria melhor conseguir reconhecê-las por um nome comum. Infelizmente existem poucos nomes comuns para insetos e é aqui que precisam da sua ajuda: 

Se é bom observador? Se é criativo? Tem jeito para nomes? 

Então arranje um nome para um bicho e habilite-se a entrar para a história! 

Se gostaria de ver o seu nome entrar para a História Natural dos Açores ajude-lhes a escolher nomes comuns para as espécies de insetos endémicos indicados na página de Facebook "Chame-lhe nomes" (www.facebook.com/pages/Chama-lhe-Nomes/208455489271811) e o seu nome aparecerá no Portal da Biodiversidade dos Açores (www.azoresbioportal.angra.uac.pt). 

* José Andrade Melo
   CADEP-CN e Amigos dos Açores, Sta Maria
   Fonte consultada: Bioportal da UAç.