Bem vindo(a) ao NaturMariense

Convidamo-lo(a) a ler, participar e juntar-se às causas defendidas pelo CADEP-CN e pelos Amigos dos Açores, em Santa Maria.

Escreva, dê ideias e denuncie situações: cadep.cn@gmail.com ou santamaria@amigosdosacores.pt


9 de janeiro de 2013

VÍDEOS DA CONFERÊNCIA: "DECRESCIMENTO ECONÓMICO-UMA PROPOSTA POLÉMICA"

 com Serge Latouche 
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Tratam-se de vídeos relativamente curtos que apresentam em parte a teoria do "Decrescimento" de Serge Latouch. A meu ver uma teoria que adquire a maior pertinência e que praticamente nenhum economista ou comentador "iluminado" da TV ousa apresentar ou sequer debater ...
Parece-me que de fato o caminho passa mesmo por sabermos viver com menos (consumindo, poluindo menos) mas, paradoxalmente ou não, sabermos viver melhor.
Sem dúvida a ver e divulgar. Novas ideias, visões, paradigmas são aquilo que é mais necessário ...
 
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O primeiro link corresponde a uma versão resumida e legendada da conferência, que sintetiza as ideias chave do autor e tem uma duração de cerca de 18 minutos.
O segundo link é a versão completa da completa mas sem legendagem (francês e português).
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Versão editada: http://vimeo.com/46350265
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Versão completa: http://vimeo.com/41693922
 
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Apresentamos também  um link para a entrevista que Serge Latouche deu ao Jornal Publico, publicada a 19-03-2012
http://economia.publico.pt/Entrevistas/Detalhe/a-sociedade-do-crescimento-traiu-as-suas-promessas-de-abundancia_1538536
 
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*Recebido através de Teófilo de Braga
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Conheça melhor quem é Serge Latouche em:
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8 de janeiro de 2013

IAN DUNBAR, UM DOS MAIORES ESPECIALISTAS MUNDIAIS EM COMPORTAMENTO CANINO ESTÁ EM PORTUGAL

O ESPECIALISTA CONSIDERA QUE NÃO “RAÇAS DE CÃES PERIGOSAS”--
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O conceituado veterinário britânico Ian Dunbar, participa num seminário de três dias que arranca esta sexta-feira no Auditório do Alto dos Moinhos, em Lisboa.
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"Não espere que o seu cão cresça para o levar a uma escola de treino." O alerta é de Ian Dunbar, um dos maiores e mais credenciados especialistas mundiais em comportamento canino.
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“As pessoas pensam que se comprarem um cão de raça pura que ele vai ser perfeito. Pensam que vai crescer a saber todas as regras da casa, a gostar de pessoas e de outros cães, e não percebem que têm de socializá-lo e treiná-lo antes dos 3 meses. E o tempo passa depressa. Quanto mais velho o cachorro, mais tempo demora o treino. Por exemplo, se tivermos um cachorro de 3 meses que tem medo de pessoas, vai demorar uma hora ou uma semana, se já tiver 5 meses, o treino vai levar 3 meses, e se o cão já tiver 8 meses vai demorar 3 anos”, explica o especialista.

6 de janeiro de 2013

Vídeo: "DOG TREKKING"- O DESCANSO DOS PASSEANTES

No dia 21 de dezembro, oito alunos inscritos no CADEP-CN e mais 5 jovens voluntários, ofereceram sacos de ração, aos animais alojados no CAMAC de Vila do Porto e fizeram um “Dog Trekking de Natal” com eles, durante 2 horas, percorrendo diversos espaços naturais e urbanos de Vila do Porto.
(Ver abaixo, vídeo com um merecido descanso no Parque Florestal de Vila do Porto)
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Vídeo: DOG TREKKING DE NATAL EM SANTA MARIA

VOLUNTARIADO JOVEM EM SANTA MARIA NO SEU MELHOR 
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No dia 21 de dezembro, oito alunos inscritos no CADEP-CN e mais 5 jovens voluntários, ofereceram sacos de ração, aos animais alojados no CAMAC de Vila do Porto e fizeram um “Dog Trekking de Natal” com eles, durante 2 horas, percorrendo diversos espaços naturais e urbanos de Vila do Porto. 
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 Esta ação de “solidariedade animal” decorre da parceria entre o CAMAC e o CADEP-CN, e visou proporcionar momentos de felicidade aos animais, que vivem confinados atrás das grades, em consequência dos cruéis abandonos de que foram vítimas. 
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 O Dog Trekking, com estes animais em situação especial, permite-lhes fazerem exercício, mudarem de ares, aliviarem o stress e depressão do abandono e do espaço reduzido, para além do importante contato entre pares e da receção dos terapêuticos afagos e carícias das crianças e jovens. 
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 Pretendemos também com estas ações, alertar contra os abandonos e maus-tratos aos animais, assim como promover as suas adoções.
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 Foram momentos deliciosos para os animais e para os jovens com ganhos de parte a parte. 
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 Um agradecimento especial aos jovens Rui Figueiredo, ao Carlos, ao Helder e à Carla Freitas, assim como aos que levou consigo, por terem aceite o desafio de voluntariado jovem, que lançamos. 
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- VOLUNTARIADO ANIMAL, É UM DEVER CÍVICO E UM ATO DE AMOR!
JUNTE-SE AO CADEP-CN E SEJA UM VOLUNTÁRIO(A). 
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José Melo, CADEP-CN* e Amigos dos Açores Sta Maria
 *Clube dos Amigos e defensores do Património-Cultural e Natural de Sta Maria
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EXIGEM-SE AÇÕES POLÍTICAS PARA O BEM-ESTAR ANIMAL DESEJADO PELAS PESSOAS

“O meu movimento”, no portal do governo, deve querer dizer alguma coisa – por Francisca Ávila

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“O meu movimento” é uma plataforma virtual, criada no portal do governo da república. Nas palavras dos mesmos, a iniciativa pretende “dar uma oportunidade a todos de participar no debate sobre o futuro do nosso país. De uma forma lúdica e simples, qualquer cidadão português pode defender as causas em que acredita, fazendo-se ouvir por todos – e especialmente pelo seu Governo.” No entanto, para além de uma conversa pessoal com Passos Coelho, nada sabemos sobre o que pretende o governo fazer com as causas vencedoras.
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No dia 30 de dezembro terminou a votação na segunda edição do concurso. A segunda, porque a primeira terminou no início de 2012, e pouco ou nada diferiu da segunda. Nas duas edições foram criados centenas de movimentos mas o tema transversal aos que sempre lideraram as tabelas de mais votados foi claro como água, e só deixou dúvidas a quem as quis ter. Alteração do estatuto jurídico dos animais, fim do uso de animais em circos, interdição de menores em espetáculos tauromáquicos, fim dos canis e gatis de abate ou nova lei de proteção animal foram causas que se mantiveram nos primeiros lugares. Está à vista, para quem quiser ver, que na sociedade portuguesa há uma preocupação crescente e ativa com questões relacionadas com a proteção animal. Mas a população apostou em força noutra causa, tanto na primeira como na segunda edição, a causa anti-tauromáquica.

4 de janeiro de 2013

CAMPANHA DE ADOÇÕES E DE DOAÇÃO DE RAÇÕES NO CAMAC DE VILA DO PORTO

  Visite o CAMAC e mostre solidariedade, "proporcionando um lar a um(a) novo amigo(a)", podendo também ajudar com um saco de ração.
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Oferta de chip, vacinação básica e de esterilização de cadelinhas.
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Parceria Centro de Acolhimento Municipal de Animais de Companhia e CADEP-CN (Clube dos Amigos e Defensores do Património-Cultural e Natural de Sta Maria).

3 de janeiro de 2013

PLANO DOS PASSEIOS PEDESTRES DOS AMIGOS DOS AÇORES-2O13-S.MIGUEL E SANTA MARIA

 Em Santa Maria, a representação local dos Amigos dos Açores, está associada à realização de 1 percurso pedestre mensal, inserida na parceria entre o CADEP-CN e NPA do Gonçalo Velho, sendo o representante o guia destas atividades.
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Nesta ilha, os PP realizam-se nos últimos domingos de cada mês, sendo publicitados no Facebook, em vários blogues e na comunicação social local.
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Caso algum(uns) dos pedestrianistas habituais do grupo de Santa Maria, esteja interessado, em realizar alguns dos passeios agendados para S.Miguel, contatem o representante o local dos AA, José Melo, que providenciará as informações necessárias e fará a inserção.
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Ver calendarização do passeios pedestres de S. Miguel, em:
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O QUE DEVE SABER ANTES DE LEVAR O SEU FILHO A UM CIRCO

A Triste Realidade dos Animais de Circo
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Quem vai ao circo e vê exibições com animais, quase nunca percebe a realidade por detrás do espetáculo, do sofrimento que estes animais passam ao longo de suas vidas. Por detrás de um urso batendo palmas, um macaco vestido e pedalando uma bicicleta, um tigre furando um arco ou um elefante equilibrando-se numa pata, esconde-se toda uma série de sofrimento e dor.
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Tendo em conta essa triste e camuflada realidade, em todo o mundo ocorrem ações e fazem-se leis que proíbem o uso de animais em circos. Países como a Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Inglaterra, Canadá, Finlândia, Grécia, Índia e Suécia já baniram ou restringiram a utilização de animais nos espetáculos circenses. (Continue a leitura, por favor)


1 de janeiro de 2013

VÍDEO DE UMA CAMINHADA NO “TRILHO DA COSTA SUL” DE SANTA MARIA (PR5-SMA)

ATIVIDADE DE FIM DE ANO DO NÚCLEO DE PEDESTRIANISMOE AMBIENTE DO G.VELHO EM PARCERIA COM O CADEP-CN
 
“Acabamos o ano em beleza, com um belo percurso na natureza”
O grupo de pedestrianistas participantes
O vídeo, apresentado, no final apresenta a atividade promovida pelo NPA-G.Velho (Núcleo de Pedestrianismo e Ambiente do Gonçalo Velho em parceria com o CADEP-CN (Clube dos Amigos e Defensores do Património-Cultural e Natural de Santa Maria), no dia 30 de dezembro de 2012, sob o slogan: "Acabe o ano em beleza com um maravilhoso percursos na natureza".
 A caminhada foi guiada pelo coordenador do NPA-G.Velho e do CADEP-CN, José Melo, tendo como responsável pela logística o Márcio Costa. Participaram na atividade 24 pedestrianistas, tendo sido um grupo muito entusiasta e interessado nas explicações de interpretação ambiental e cultural das paisagens e dos elementos que se encontram no itinerário, maioritariamente de grande riqueza geológica e geomorfolófica, como as pillow lavas e os fósseis marinhos únicos nos Açores, com cerca de 4 milhões de anos.
Outros elementos faunísticos, florísticos e do património edificado mariense, constantes do percurso, também foram alvo de atenção, merecendo o devido destaque nas explicações.
 
 

QUEM SE LEMBRA DO JOGO DO PIÃO?

 Segundo Carreiro da Costa o jogo do pião é muitíssimo antigo e foi trazido para os Açores logo nos primeiros séculos do povoamento insular, tendo constituído desde logo um dos passatempos preferidos entre as classes sociais, sem distinção de pessoas ou de idades.
A madeira preferida para os fazer era a de buxo, embora também se utilizasse as de laranjeira, de nespereira, ou de pau-branco, igualmente rijas.
 O pião é um pequeno  objecto com tamanho maior do que um ovo, distinguindo-se pelo chamado cabeçalho num extremo e pelo ferrão no outro extremo. O ferrão era um prego ou parafuso devidamente aparado e espetado no extremo contrário ao cabeçalho.
Para o fazer rodar, era utilizado um fio denominado de “fieira”.

José Melo
CADEP-CN, Sta Maria