Bem vindo(a) ao NaturMariense

Convidamo-lo(a) a ler, participar e juntar-se às causas defendidas pelo CADEP-CN e pelos Amigos dos Açores, em Santa Maria.

Escreva, dê ideias e denuncie situações: cadep.cn@gmail.com ou santamaria@amigosdosacores.pt


12 de setembro de 2013

VÍDEO: "NADAR COM O MAIOR PEIXE DO MUNDO EM SANTA MARIA"

O famoso fotógrafo marinho Nuno Sá, mergulhando com um Tubarão-baleia (maior peixe do mundo), junto da baixa do Ambrósio, em Santa Maria, um reduto de excelência mundial para o mergulho eco-turístico.
 

DEMITE-SE MARTA REBELO PROVEDORA DOS ANIMAIS DE LISBOA

MERECE O NOSSO APLAUSO A SUA DIGNIDADE E VERTICALIDADE 
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Um centro de recolha e acolhimento de animais, “não é só o tijolo”, a boa gestão e o efetivo respeito pelo bem-estar animal é o fundamental!” 
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A falta de condições e de uma gestão adequada do canil/gatil de Lisboa, a quebra de compromissos e até alguma “a promiscuidade” política, estão entre as razões de fundo que levaram à demissão da provedora dos animais nomeada à cerca de três meses.  
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São vários os exemplos citados do funcionamento “disfuncional” do canil/gatil municipal de Lisboa. Alguns têm nomes, como o Corujinha, um cão que contraiu uma doença no canil, “provavelmente uma parvovirose”, e que teria morrido há mais de um mês se não tivesse sido a intervenção da Polícia Municipal e de “um dado encarregado da Casa dos Animais”. 
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Outros são gatos: “não confio nas condições da ala do gatil”. Como exemplo, deu o caso de quatro gatos que foram adoptados quando tinham uma doença que não fora tratada no gatil: contagiaram os 13 animais das famílias com que foram viver e morreram os 17. “Mas afinal, terá sido só panleucopenia”, denunciou Marta Rebelo. 

“V FEIRA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS DO CAMAC DE VILA DO PORTO”

FESTA E CIDADANIA ATIVA EM PROL DO BEM-ESTAR ANIMAL
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Inserida na Festa de Encerramento do Ano Letivo das Escolas EB/JI de Sta Maria, teve lugar, no dia 14 de junho, a “V FEIRA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS”, promovida numa parceria entre CADEP-CN a Câmara Municipal/CAMAC, o e o Departamento do 1º Ciclo do Ensino Básico. 
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Passaram pelo espaço 22 turmas de crianças que afagaram, conviveram e passearam os cãezinhos, tendo-lhes sido dadas informações sobre os cuidados/responsabilidades a ter com eles, e  passados valores de integridade e de respeito pela vida animal.
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Concomitantemente, foi avivada a Campanha “Tolerância Zero ao Abandono de Animais”, que está a decorrer em Santa Maria, através da afixação do cartaz oficial e de conversas tidas com as pessoas que passaram pelo espaço dos animais. 
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O espaço da “V Feira de Adoção”, foi supervisionado por três adultos e um jovem voluntário (veterinário municipal, funcionário do CAMAC, coordenador do CADEP-CN e Rui Figueiredo), tendo sido a  dinamização a cargo de 12 jovens do CADEP-CN, que trajaram T Shirts com mensagens de apelo à adoção e ao não abandono de animais.  

11 de setembro de 2013

20 FOTOS DE ANIMAIS A EXPRESSAREM ALEGRIA!

Animais não-humanos são capazes de sentir e expressar alegria?
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Qualquer pessoa que já tenha tido o mínimo contato com eles pode responder que sim.
Mas expressões faciais de felicidade que se parecem a sorrisos em animais não-humanos nem sempre são tão fáceis de se ver. Ou porque não somos educados a percebê-las, ou porque os mesmos não venham tendo muitos motivos para isso, dada a exploração e o suplício que passam como decorrência das ações humana
Muitas pessoas alegam que, ao afirmarmos que animais não-humanos sorriem, estaremos dotando os mesmos de atributos humanos. Cabe a reflexão de que talvez essa possa ser mais uma postura especista, como se a expressão física de felicidade fosse exclusividade dos animais humanos. Pode ser que o fato de admitir que animais sorriem com a boca, com os olhos, ou expressam felicidade com seus corpos, faça com que a pressão para que se deixe de comer as suas carnes ou explorá-los de todas as formas seja ainda maior. De qualquer forma, as imagens a seguir desmontam qualquer argumento contrário
A Global Animal publicou uma série de fotos de animais em momentos nos quais seus rostos e corpos revelavam alegria e paz. Algumas expressões de felicidade são esfuziantes. Veja a seguir algumas das fotos e as respetivas legendas criadas especialmente para elas (e algumas são claras brincadeiras).
As imagens abaixo falam por si.

FRULHO (PUFFINUS BAROLI) RESGATADO PELO CADEP-CN DE SANTA MARIA

Durante uma atividade de exploração da natureza, neste fim de semana, o CADEP-CN (Clube dos Amigos e Defensores do Património-Cultural e Natural de Sta Maria), resgatou um Frulho, na Costa Adjacente do ilhéu da Vila, que se encontrava com a asa direita presa na fenda de uma rocha. 

CONHEÇA MELHOR ESTA CURIOSA AVE MARINHA 

O Frulho, também conhecido popularmente por Pintainho, apresenta um comprimento de 28-30 cm e um peso médio de 172 g. A sua coloração é preta com as partes inferiores do corpo e das asas brancas. As pernas são azuladas com manchas pretas no tarso.  

O Frulho era antigamente considerado como uma sub-espécie de Puffinus assimilis. Actualmente, considera-se que o Frulho é uma espécie endémica da Macaronésia, com a subespécie boydi a nidificar nas ilhas do Cabo Verde, enquanto a subespécie baroli nidifica nos Açores, na Madeira e nas Canárias.
 
 Os Frulhos eram outrora muito abundantes no arquipélago.

 O frulho possui um bico escuro (com a mandíbula inferior azulada), longo e fino. As pernas são azuladas, com manchas pretas no tarso. O seu voo é essencialmente batido, sendo poucas as fases de deslizamento perto da superfície do mar.
As colónias açorianas de nidificação desta espécie localizam-se em pequenos ilhéus desabitados, situados em Santa Maria (ilhéu da Vila, 50 casais) e na Graciosa (ilhéus de Baixo e da Praia, 50 casais em cada ilhéu), mas também nas falésias inacessíveis de outras ilhas, com a excepção aparente da ilha Terceira.
A estimativa do tamanho da população açoriana fica entre 895 e 1741 casais reprodutores. O frulho nidifica em todo o arquipélago, excepto na ilha Terceira (contudo a sua ausência desta ilha poderá reflectir um esforço de prospecção insuficiente). As posturas geralmente decorrem no início de Fevereiro e as crias saem do ninho no final de Maio-início de Junho. Os indivíduos ficam ausentes das colónias entre Junho e Setembro. No entanto, a maioria não se afasta das águas açorianas durante este período.
O Frulho não deve ser muito afectado pela pressão humana, uma vez que os seus ninhos são difíceis de localizar e pouco acessíveis. Tal como para as outras aves marinhas, as principais ameaças têm a ver com a presença de mamíferos introduzidos (ratazanas, gatos, furões) e de aves de presa extraviadas nas proximidades dos seus locais de nidificação.
Os Frulhos regressam aos sítios de nidificação a partir dos meados de Agosto. A fêmea põe um ovo único, sem possibilidade de efectuar uma postura de substituição em caso de fracasso. As posturas geralmente decorrem no final de Janeiro e em Fevereiro. A incubação dura cerca de 45 dias enquanto as crias emancipam-se a partir de dois meses de idade. Ambos progenitores participam na incubação e na criação. As crias saem do ninho entre o fim de Maio e o início de Junho.
Um estudo recente (Verónica Neves et al.) mostrou que os cefalópodes e os peixes juvenis Phycis sp. constituem a maior parte da dieta dos Frulhos do ilhéu da Vila-Sta Maria, durante a criação.
Os Frulhos são mergulhadores eficientes, podendo chegar regularmente aos 15 metros de profundidade.
 Os resultados das análises de trajectos obtidos com geolocalizadores mostram que os adultos parecem permanecer na zona dos Açores durante o ano todo. Contudo, as colónias de nidificação são abandonadas entre Junho e meados de Agosto.

* José Melo
 Coordenador do CADEP-CN
 Fontes consultadas: SIARAM-Joel Bried (Biólogo) e “Aves dos Açores” 

10 de setembro de 2013

UMA GRANDE VERDADE DE GANDHI QUE DEVE SER "ABRAÇADA"!


ACREDITAR EM SANTA MARIA, É TAMBÉM PÔR EM PRÁTICA ESTA SABEDORIA!
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É preciso que os cidadãos e as entidades (câmaras e governo), na suas obrigações de cidadania e de competências, tenham consciência e atitudes/ações condizentes com essa sabedoria inquestionável, de apelo à civilidade e ao respeito pelos seres vivos sencientes (que sentem e sofrem como gente), contribuindo também para a boa imagem da comunidade e da nossa terra.
 
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CONHEÇA O GEOSSÍTIO DA RIBEIRA DO MALOÁS

“Conhecer para amar, valorizar para proteger”
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   A Ribeira do Maloás situa-se na Piedade, lugar de Malbusca, freguesia de Santo Espírito.  
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   Próximo da foz daquela ribeira, existe uma queda de água, com cerca de 15 a 20 m de altura, que exibe um extenso afloramento de uma disjunção prismática ou colunar, em escoada lávica basáltica subaérea do Complexo do Pico Alto (Pliocenio inferior 4-3 MA). Os prismas, de dimensões decimétricas, no topo e na base da queda de água apresentam-se truncados, segundo um pavimento poligonal do tipo “Calçada de Gigantes”. Pela sua riqueza geológica, geomorfológica, cénica, didática e turística foi considerada Geossítio prioritário de Sta Maria, fazendo parte do Geoparque Açores, já integrado a Rede Europeia de Geoparques. 
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    Este afloramento é o único na ilha com estas dimensões e considerado um dos mais belos dos Açores, podendo ser contemplado e fotografado com grande proximidade e de vários ângulos. 
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    Para este lugar o CADEP-CN e Amigos dos Açores Sta Maria defenderam, no Memorando Ambiental entregue à Secretaria Regional dos Recursos Naturais, “A melhoria do acesso e sinalização das “Disjunções prismáticas” da foz da Ribeira do Maloás”, e retirada da Agave americana, por cima das formações colunares no leito da ribeira, de forma a evitar a desagregação das “colunas basálticas” e permitir a visualização das mesmas, numa maior extensão”. 
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    No decorrer do curto trilho que liga a estrada municipal a este lugar pode desfrutar-se de excelentes panorâmicas sobre o litoral do Sul da ilha, com vinhedos a atapetar a encosta; sentir os fragrantes odores de algumas plantas aromáticas, como o Poejo (Mentha pulegium e a Nêveda (Calamintha officinalis) e observar algumas aves residentes, ouvindo-se também os seus cantos peculiares. 
 
Ver, abaixo, mais fotos, com pormenores deste património.
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* José Andrade Melo
   CADEP-CN e Amigos dos Açores Sta Maria

FRUIÇÃO DO PR3-SMA: SANTA BÁRBARA - SOL NASCENTE- “ENTRE A SERRA E O MAR””

“CAMINHADA DA AUTONOMIA” COM 53 PEDESTRIANISTAS
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No Passado dia 20 de maio “Segunda-feira do Espírito Santo e Dia da Autonomia”, decorreu a 7ª Atividade do Projeto “Pedestrianismo e Ambiente de mãos dadas” promovido pelo NPA-Gonçalo Velho, CADEP-CN e Amigos dos Açores Sta Maria, com a participação de 53 simpáticos(as) e interessados (as) pedestrianistas, que ao longo do percurso de interpretação do património-cultural e natural, mostraram sempre vivo interesse pelas explicações, disciplina exemplar,  e uma boa disposição contagiante, considerando-os , por isso, “pedestrianistas de primeira”, que dá gosto acompanhar e estímulo para continuar.
À semelhança das anteriores, esta atividade foi inserida na Campanha Bandeira Azul da Europa para as zonas balneares de Sta Maria.
O Dia da Autonomia, que denominou a caminhada foi enfocado, antes do início do percurso, assim como feita uma resenha histórica da tradição dos Impérios, que também são destacados no mesmo dia, tendo o grupo terminado a actividade com a degustação de umas saborosas sopas do Espírito Santo, no lugar de Sto António.
O percurso de interpretação cultural e ambiental  escolhido foi o PR-3: Santa Bárbara – Sol Nasente “Entre a Serra e o Mar, criado pelo CADEP-CN, no ano de 2001, no âmbito do Projeto “Itinerários Ambientais”, recordando-se que no ano precedente (2000) concebeu o PP “Vila do Porto – Figueiral-Prainha- Praia Formosa” e no subsequente (2003) o PP “Sto Espírito – Lapa – Maia”.

7 de setembro de 2013

REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE NAÚTICO-TURÍSTICA DO MERGULHO E FRUIÇÃO SUSTENTÁVEL DOS FÓSSEIS DE SANTA MARIA

Aquando da visita estatutária do GRA a Santa Maria o coodenador do CADEP-CN, reuniu com o Senhor Secretário Regional dos Recursos Naturais, tendo-lhe apresentado um Memorando Ambiental com 12 situações.  
Para tornar públicas as questões discutidas, O CADEP-CN tem vindo a apresentá-las aqui no Naturmariense, paulatinamente, em grupos de 2 ou 3 de cada vez.  

Já tendo sido publicadas as primeiras 10 questões, abaixo apresentam-se a duas últimas (Questões 11 e 12), atinentes à Regulamentação e sustentabilidade da atividade naútico-turística do mergulho; à Gestão e fiscalização da Reserva, SIC e Zona Húmida “Ramsar” das Formigas e Dollabarat e à Proteção in situ, musealização e fruição das jazidas fósseis de Sta Maria. 

QUESTÃO 11 – REGULAMENTAÇAO E SUSTENTABILIDADE DA ATIVIDADE NAÚTICO-TURÍSTICA DO MERGULHO 

O aumento e o êxito das empresas naútico turísticas da ilha, e os prémios internacionais que credenciados fotógrafos obtiveram com fotos de grandes jamantas e tubarões-baleia, colhidas nos baixios de Santa Maria, igualmente corroboram a grande importância que este segmento de turismo sustentável, já representa para a projeção da ilha e sua economia.

Nesse desiderato, deverão ser reconhecidos e tidos em consideração o excelente trabalho do Clube Naval de Sta Maria, a ação das empresas naútico-turísticas locais, como sendo os verdadeiros “descobridores” , “lançadores” e “promotores” deste valioso produto de turismo de natureza, assim como “atores ativos” na proteção dos seus nichos, através do despoletar das “Reservas de delimitação de pesca”, numa altura em que, pela projeção que deram,  “ a procura comercial”, começa a aumentar as operações.

FRUIÇÃO DO TRILHO “VILA DO PORTO-FIGUEIRAL-PRAIA FORMOSA

ÚLTIMA ATIVIDADE DO 1º ANO DO PROJETO “PEDESTRIANISMO E AMBIENTE DE MÃOS DADAS
E BALANÇO GLOBAL
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Numa organização conjunta do NPA (Núcleo de Pedestrianismo e Ambiente) do Gonçalo Velho, o CADEP-CN e Amigos dos Açores Sta Maria, decorreu, no dia 14 de julho, a 9ª atividade do Projeto: “Pedestrianismo e Ambiente de Mãos Dadas”, com a fruição e interpretação do percurso “Vila do Porto-Pedreira do Campo-Figueiral-Prainha-Praia Formosa” fechando-se assim em beleza o primeiro ano do projeto, cujo balanço fazemos mais abaixo. 

Sessenta e dois pedestrianistas, que também foram verdadeiros  “ecologistas ativos”, percorreram o “PR5 da Costa Sul” (Trilho dos Fósseis), tendo havido agradáveis surpresas (encontro com cientistas) e ações cívico-ambientais de limpeza do litoral. 

Os(as) participantes eram de várias faixas etárias (dos 7 aos 73 anos), de ambos os sexos, com várias profissões,  residentes e visitantes de Sta Maria (de outras ilhas dos Açores, continentais e estrangeiros), o que mostra a grande democraticidade, abrangência  e atratividade do “Pedestrianismo” como modalidade desportiva (não competitiva), associada à fruição/interpretação da natureza e do património. 

No decorrer do magnífico itinerário o deslumbre e a apreciação das paisagens do litoral e do património natural e cultural foram constantes, assim como a boa disposição e o vivo interesse pelas explicações do guia, sobre o valioso património geológico,  edificações históricas, avifauna, flora endémica e aromática/medicinal.