Bem vindo(a) ao NaturMariense

Convidamo-lo(a) a ler, participar e juntar-se às causas defendidas pelo CADEP-CN e pelos Amigos dos Açores, em Santa Maria.

Escreva, dê ideias e denuncie situações: cadep.cn@gmail.com ou santamaria@amigosdosacores.pt


13 de setembro de 2013

A ORIGEM DA “BESTEIRADA” DA “SEXTA FEIRA-13” E A CRENÇA DO AZAR ASSOCIADO

Uma das explicações da origem da superstição segundo a qual a "sexta-feira 13" é dia de azar assenta na seguinte tradição/crença de origem nórdica: sendo a Deusa Frigga (à direita na foto) e a Deusa Freia (à esquerda, sentada), as Divindades, consagrando a esta última os antigos Germanos a sexta-feira, aconteceu que quando a população foi convertida ao Cristianismo, a primeira Deusa, para evitar idolatrias, foi considerada como uma bruxa e expulsa para o alto de uma montanha. Como vingança, passou a reunir-Se todas as sextas-feiras com onze bruxas e o diabo, formando assim o número treze, para neste concílio semanal tecerem os maus destinos para a semana seguinte.
 Como à  Deusa Freia eram consagrados gatos pretos, tal dito pode estar na origem na imagem folclórica europeia da associação deste felino à típica bruxa, e à renegação popular do animal por parte de algumas pessoas mais supersticiosas e mal esclarecidas.
 


PERCURSO PEDESTRE COM JOVENS DA ESCOLA DAS LARANJEIRAS

Em julho passado, o CADEP-CN guiou um grupo de alunos do Enssino Secundário da Escola das Laranjeiras (S.Miguel) no PIA (Percurso de Interpretação Ambiental) –“V.Porto-Figueiral-Prtainha-Praia Formosa, tendo sido este o quarto grupo de jovens estudantes e de associações de juventude que guiamos naquele mês. (Ver vídeo com reportagem 
fotográfica, no final)
Vinte jovens e duas docentes, da Escola das Laranjeiras fizerem uma visita de 3 a Sta Maria, durante a qual mitigaram o lazer com a aprendizagem, nomeadamente do rico património cultural e natural da ilha. 
 O CADEP-CN, na qualidade de parceiro/colaborador da visita, acompanhou e guiou o grupo, através do seu coordenador, no percurso de interpretação ambiental acima referido, tendo sido enfocada e explicada a riqueza do património geológico e geomorfológico, que faz parte deste trilho, criado precisamante pelo CADEP-CN, no ano letivo de 1999/2000.  
*José Melo
  Coordenador do CADEP-CN (Clube dos Amigos e Defensores do Património-Cultural e Natural de Sta Maria)
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“V FEIRA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS DO CAMAC DE VILA DO PORTO”

CRIANÇAS E ANIMAIS NUMA RELAÇÃO DE AFETOS
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Inserida na Festa de Encerramento do Ano Letivo das Escolas EB/JI de Sta Maria, teve lugar, no dia 14 de junho, a “V FEIRA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS”, promovida numa parceria entre CADEP-CN a Câmara Municipal/CAMAC, o e o Departamento do 1º Ciclo do Ensino Básico. (Ver vídeo, no final)
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Passaram pelo espaço 22 turmas de crianças que afagaram, conviveram e passearam os cãezinhos, tendo-lhes sido dadas informações sobre os cuidados/responsabilidades a ter com eles, e  passados valores de integridade e de respeito pela vida animal. 

Concomitantemente, foi avivada a Campanha “Tolerância Zero ao  
Abandono de Animais”, que está a decorrer em Santa Maria, através da afixação do cartaz oficial e de conversas tidas com as pessoas que passaram pelo espaço dos animais. -
O espaço da “V Feira de Adoção”, foi supervisionado por três adultos e um jovem voluntário (veterinário municipal, funcionário do CAMAC, coordenador do CADEP-CN e Rui Figueiredo), tendo sido a  dinamização a cargo de 12 jovens do CADEP-CN, que trajaram T Shirts com mensagens de apelo à adoção e ao não abandono de animais. 

Foram várias as crianças que gostariam d elevar animais consigo e demostraram as suas preferências, mas como só por si, não poderiam fazer as adoções, foram persuadidas a levarem, posteriormente, os pais a visitarem o CAMAC com elas, a fim de “Abrirem os braços ao novo amigo”, tal como aconteceu no ano passado, com 8 famílias. 
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Para si que não esteve na Feira, viste também o CAMAC e adote um destes lindos cãezinhos que apresentamos nas fotos, ou outros dos que lá estão alojados, à espera de um novo lar. 
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Agradecimentos especiais aos jovens do CADEP-CN e ao jovem Rui Figueiredo, voluntário do CAMAC, que tem colaborado connosco desde a realização da I Feira de Adoção. Bem hajam e que sirvam de exemplo para que cada vez mais jovens aderiram a esta nobre causa do “bem-estar animal”.  

* José Melo
   Coordenador do CADEP-CN
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CRIANÇAS E ANIMAIS - UMA RELAÇÃO INDISPENSÁVEL

OS BENEFÍCIOS PARA AMBAS AS PARTES SÃO ENORMES
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Saiba que um animal de estimação ajudará no desenvolvimento emocional e social da criança e fá-la mais saudável e intelectualmente mais aguçada?! 
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As crianças que convivem com animais de estimação são menos propensas a desenvolver alergias, amuos e depressões segundo os estudos científicos, tornando-as mais afetuosas e seguras, menos egocêntricas, mais responsáveis e moralmente mais ricas em valores como a solidariedade, a empatia e o respeito pela vida. 
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De acordo com vários estudos científicos, todas as crianças que cresceram em lares com gatos tinham menos 48 por cento de probabilidades de contraírem alergias. Em relação aos cães, as crianças que crescem perto do amigo fiel e afável, têm menos 50 por cento de probabilidades de contraírem alergias.

-Os cientistas adiantam que esta resistência às alergias surge porque a exposição precoce a alergénios e bactérias relacionadas a animais domésticos fortalece o sistema imunológico. O corpo acabará por se habituar aos alergénios o que ajuda a criança a construir uma imunidade natural, graças a esta relação benéfica de proximidade com os seus amigos animais. 
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Já o sistema imunológico de crianças que cresceram sem contacto com animais não reconhece os agentes alergénicos provocando reacções adversas, uma vez que elas não ganharam as defesas que os animais lhes deram. 

Por outro lado a afetividade constante expressa pelo animal, a fidelidade e a responsabilidade que a criança terá ao cuidar dle desenvolve a autonomia, afectividade, a autoestima, a confiança e os mais diversos sentimentos e valores como alegria  e o respeito. 

Ela aprende e fica consciente de que os animais precisam de respeito e carinho, extendendo essa aprendizagem a qualquer relacionamento. 

O convívio com o animal de estimação influencia nas relações futuras da criança com os seus pares, tranaformando-a num ser humana mais integral e equilibrado quando adulto.  

A criança que convive com animais de estimação é mais afectuosa, sociável, justa, menos individualista e mentalmente mais estimulada para as interações na vida. 

Além do contacto com os sentimentos que precisará para lidar com outras pessoas e com a realidade da vida, viver e conviver com um animal pode trazer a experiência da dor da“perda”, aquando do seu desaparecimento. A criança aprenderá sobre o ciclo da vida, desde o nascimento até a morte, criando habituação a essa naturalidade e contigência da vida, dando mais valor ao seu valor intrínseco e tornando-a mais humana, pensante e reflexiva sobre o essencial e o acessório. 

Fonte: “Serviço da Ciência”

12 de setembro de 2013

VÍDEO: "NADAR COM O MAIOR PEIXE DO MUNDO EM SANTA MARIA"

O famoso fotógrafo marinho Nuno Sá, mergulhando com um Tubarão-baleia (maior peixe do mundo), junto da baixa do Ambrósio, em Santa Maria, um reduto de excelência mundial para o mergulho eco-turístico.
 

DEMITE-SE MARTA REBELO PROVEDORA DOS ANIMAIS DE LISBOA

MERECE O NOSSO APLAUSO A SUA DIGNIDADE E VERTICALIDADE 
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Um centro de recolha e acolhimento de animais, “não é só o tijolo”, a boa gestão e o efetivo respeito pelo bem-estar animal é o fundamental!” 
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A falta de condições e de uma gestão adequada do canil/gatil de Lisboa, a quebra de compromissos e até alguma “a promiscuidade” política, estão entre as razões de fundo que levaram à demissão da provedora dos animais nomeada à cerca de três meses.  
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São vários os exemplos citados do funcionamento “disfuncional” do canil/gatil municipal de Lisboa. Alguns têm nomes, como o Corujinha, um cão que contraiu uma doença no canil, “provavelmente uma parvovirose”, e que teria morrido há mais de um mês se não tivesse sido a intervenção da Polícia Municipal e de “um dado encarregado da Casa dos Animais”. 
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Outros são gatos: “não confio nas condições da ala do gatil”. Como exemplo, deu o caso de quatro gatos que foram adoptados quando tinham uma doença que não fora tratada no gatil: contagiaram os 13 animais das famílias com que foram viver e morreram os 17. “Mas afinal, terá sido só panleucopenia”, denunciou Marta Rebelo. 

“V FEIRA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS DO CAMAC DE VILA DO PORTO”

FESTA E CIDADANIA ATIVA EM PROL DO BEM-ESTAR ANIMAL
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Inserida na Festa de Encerramento do Ano Letivo das Escolas EB/JI de Sta Maria, teve lugar, no dia 14 de junho, a “V FEIRA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS”, promovida numa parceria entre CADEP-CN a Câmara Municipal/CAMAC, o e o Departamento do 1º Ciclo do Ensino Básico. 
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Passaram pelo espaço 22 turmas de crianças que afagaram, conviveram e passearam os cãezinhos, tendo-lhes sido dadas informações sobre os cuidados/responsabilidades a ter com eles, e  passados valores de integridade e de respeito pela vida animal.
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Concomitantemente, foi avivada a Campanha “Tolerância Zero ao Abandono de Animais”, que está a decorrer em Santa Maria, através da afixação do cartaz oficial e de conversas tidas com as pessoas que passaram pelo espaço dos animais. 
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O espaço da “V Feira de Adoção”, foi supervisionado por três adultos e um jovem voluntário (veterinário municipal, funcionário do CAMAC, coordenador do CADEP-CN e Rui Figueiredo), tendo sido a  dinamização a cargo de 12 jovens do CADEP-CN, que trajaram T Shirts com mensagens de apelo à adoção e ao não abandono de animais.  

11 de setembro de 2013

20 FOTOS DE ANIMAIS A EXPRESSAREM ALEGRIA!

Animais não-humanos são capazes de sentir e expressar alegria?
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Qualquer pessoa que já tenha tido o mínimo contato com eles pode responder que sim.
Mas expressões faciais de felicidade que se parecem a sorrisos em animais não-humanos nem sempre são tão fáceis de se ver. Ou porque não somos educados a percebê-las, ou porque os mesmos não venham tendo muitos motivos para isso, dada a exploração e o suplício que passam como decorrência das ações humana
Muitas pessoas alegam que, ao afirmarmos que animais não-humanos sorriem, estaremos dotando os mesmos de atributos humanos. Cabe a reflexão de que talvez essa possa ser mais uma postura especista, como se a expressão física de felicidade fosse exclusividade dos animais humanos. Pode ser que o fato de admitir que animais sorriem com a boca, com os olhos, ou expressam felicidade com seus corpos, faça com que a pressão para que se deixe de comer as suas carnes ou explorá-los de todas as formas seja ainda maior. De qualquer forma, as imagens a seguir desmontam qualquer argumento contrário
A Global Animal publicou uma série de fotos de animais em momentos nos quais seus rostos e corpos revelavam alegria e paz. Algumas expressões de felicidade são esfuziantes. Veja a seguir algumas das fotos e as respetivas legendas criadas especialmente para elas (e algumas são claras brincadeiras).
As imagens abaixo falam por si.

FRULHO (PUFFINUS BAROLI) RESGATADO PELO CADEP-CN DE SANTA MARIA

Durante uma atividade de exploração da natureza, neste fim de semana, o CADEP-CN (Clube dos Amigos e Defensores do Património-Cultural e Natural de Sta Maria), resgatou um Frulho, na Costa Adjacente do ilhéu da Vila, que se encontrava com a asa direita presa na fenda de uma rocha. 

CONHEÇA MELHOR ESTA CURIOSA AVE MARINHA 

O Frulho, também conhecido popularmente por Pintainho, apresenta um comprimento de 28-30 cm e um peso médio de 172 g. A sua coloração é preta com as partes inferiores do corpo e das asas brancas. As pernas são azuladas com manchas pretas no tarso.  

O Frulho era antigamente considerado como uma sub-espécie de Puffinus assimilis. Actualmente, considera-se que o Frulho é uma espécie endémica da Macaronésia, com a subespécie boydi a nidificar nas ilhas do Cabo Verde, enquanto a subespécie baroli nidifica nos Açores, na Madeira e nas Canárias.
 
 Os Frulhos eram outrora muito abundantes no arquipélago.

 O frulho possui um bico escuro (com a mandíbula inferior azulada), longo e fino. As pernas são azuladas, com manchas pretas no tarso. O seu voo é essencialmente batido, sendo poucas as fases de deslizamento perto da superfície do mar.
As colónias açorianas de nidificação desta espécie localizam-se em pequenos ilhéus desabitados, situados em Santa Maria (ilhéu da Vila, 50 casais) e na Graciosa (ilhéus de Baixo e da Praia, 50 casais em cada ilhéu), mas também nas falésias inacessíveis de outras ilhas, com a excepção aparente da ilha Terceira.
A estimativa do tamanho da população açoriana fica entre 895 e 1741 casais reprodutores. O frulho nidifica em todo o arquipélago, excepto na ilha Terceira (contudo a sua ausência desta ilha poderá reflectir um esforço de prospecção insuficiente). As posturas geralmente decorrem no início de Fevereiro e as crias saem do ninho no final de Maio-início de Junho. Os indivíduos ficam ausentes das colónias entre Junho e Setembro. No entanto, a maioria não se afasta das águas açorianas durante este período.
O Frulho não deve ser muito afectado pela pressão humana, uma vez que os seus ninhos são difíceis de localizar e pouco acessíveis. Tal como para as outras aves marinhas, as principais ameaças têm a ver com a presença de mamíferos introduzidos (ratazanas, gatos, furões) e de aves de presa extraviadas nas proximidades dos seus locais de nidificação.
Os Frulhos regressam aos sítios de nidificação a partir dos meados de Agosto. A fêmea põe um ovo único, sem possibilidade de efectuar uma postura de substituição em caso de fracasso. As posturas geralmente decorrem no final de Janeiro e em Fevereiro. A incubação dura cerca de 45 dias enquanto as crias emancipam-se a partir de dois meses de idade. Ambos progenitores participam na incubação e na criação. As crias saem do ninho entre o fim de Maio e o início de Junho.
Um estudo recente (Verónica Neves et al.) mostrou que os cefalópodes e os peixes juvenis Phycis sp. constituem a maior parte da dieta dos Frulhos do ilhéu da Vila-Sta Maria, durante a criação.
Os Frulhos são mergulhadores eficientes, podendo chegar regularmente aos 15 metros de profundidade.
 Os resultados das análises de trajectos obtidos com geolocalizadores mostram que os adultos parecem permanecer na zona dos Açores durante o ano todo. Contudo, as colónias de nidificação são abandonadas entre Junho e meados de Agosto.

* José Melo
 Coordenador do CADEP-CN
 Fontes consultadas: SIARAM-Joel Bried (Biólogo) e “Aves dos Açores” 

10 de setembro de 2013

UMA GRANDE VERDADE DE GANDHI QUE DEVE SER "ABRAÇADA"!


ACREDITAR EM SANTA MARIA, É TAMBÉM PÔR EM PRÁTICA ESTA SABEDORIA!
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É preciso que os cidadãos e as entidades (câmaras e governo), na suas obrigações de cidadania e de competências, tenham consciência e atitudes/ações condizentes com essa sabedoria inquestionável, de apelo à civilidade e ao respeito pelos seres vivos sencientes (que sentem e sofrem como gente), contribuindo também para a boa imagem da comunidade e da nossa terra.
 
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