Bem vindo(a) ao NaturMariense

Convidamo-lo(a) a ler, participar e juntar-se às causas defendidas pelo CADEP-CN e pelos Amigos dos Açores, em Santa Maria.

Escreva, dê ideias e denuncie situações: cadep.cn@gmail.com ou santamaria@amigosdosacores.pt


30 de novembro de 2013

O MEU SONHO PELOS ANIMAIS!

Este é o meu sonho e por isso luto!
 Ajude-nos a concretizá-lo.
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“Haverá um dia em que os olhares dos animais não mais refletirão a tristeza do bandono nem a expressão da dor dos maus-tratos, às mãs de pessoas sem escrúpulos. Haverá um dia em que os homens respeitarão a vida e não haverá mais canis municipais lotados, nem grupos específicos de protetores de animais, porque a maioria dos cidadão o serão, por evoluçãp ética e civilizacional”. (José Melo)
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É por este objetivo que luto juntos dos meus alunos, das crianças e jovens do CADEP-CN, esperançado também em muitos adultos de bem, que felizmente estão em crescendo nessa onda civilizacional, em Sta Maria.

CAMPANHA “CED” URGENTE PARA GATOS EM STA MARIA!

 APOIE ESTA IDEIA!
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Perante algumas colónias de gatos que já existem em Vila do Porto, torna-se urgente a prática da metodologia da “Captura, Esterilização e Devolução” de gatas, no sentido de por cobro à proliferação daqueles animais e proceder-se ao seu controlo populacional, dentro da lei e das matrizes de ética e civilidade no respeito pela vida.
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Esta é uma proposta apresentada à Câmara Municipal, a concretiza a partir do CAMAC (depois do apetrechamento devido de materiais clínicos),  que felizmente conta agora com uma veterinária que tem uma visão rasgata, deontológica e coincidente, o que nos regozija de sobremaneira e dá estusiasmo para colaborar.
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-Sabia que ao esterilizar uma gata de rua esta a salvar não uma mas 250 animais em dois anos? 250 animais que nunca nascerão na maioria sem conhecerem um lar... a passarem fome, frio e em risco de doenças e atropelamento... E so estamos a falar de 2 anos...

27 de novembro de 2013

SANTA MARIA - CURIOSIDADES HISTÓRICAS


DA ANTIGUIDADE À MODERNIDADE
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Uma historiografia dos tempos mais remotos da ilha de Santa Maria iniciar-se-á necessariamente pela obra "Saudades da Terra", do padre Gaspar Frutuoso (1522-1591). O manuscrito, escrito entre 1586 e 1590, divide-se em seis volumes, e inscreve-se numa história mais ampla, a da região que hoje referimos como Macaronésia, numa dimensão atlântica. A ilha de Santa Maria é abordada no Livro III.
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Na era Moderna, destacam-se o "Espelho Cristalino em Jardim de Várias Flores", de frei Diogo das Chagas (1584-1661), as "Crónicas da Província de S. João Evangelista das Ilhas dos Açores", de frei Agostinho de Monte Alverne (1629-1726), e a "História Insulana das Ilhas a Portugal Sujeitas no Oceano Ocidental", do padre António Cordeiro (1641-1722).

“CORDÃO O HUMANO NACIONAL” PELOS ANIMAIS! -24 DE NOVEMBRO DE 2013

CONTRA OS ABATES DE ANIMAIS SAUDÁVEIS NOS CANIS E PELA METODOLOGIA DA ESTERILIZAÇÃO E PROMOÇÃO DE ADOÇÕES. 
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Conheça o manifesto a entregar nas Câmaras Municipais, contendo as razões de fundo deste movimento Nacional de ação cívica, AQUI.
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Veja o vídeo abaixo e perceba o que está em causa e faz jus à mudança do paradigma dos cruéis abates, em privilégio das esterilizações.
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Manuela Sales, da Terceira, explica na RTP, as razões do "cordão humano".
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25 de novembro de 2013

CONVITE: P.PEDESTRE "VILA DO PORTO-RIBEIRA SECA-AEROPORTO"

CONVITE AOS MARIENSES E VISITANTES DE STA MARIA! –
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Venha fazer novo P.Pedesre guiado “V.Porto-P.Malmerendo-ZPE Ilhéu da Vila e Costa Adjacente-R.Seca-P.Poção-Aeroporto”, no próximo domingo. 
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Numa organização conjunta do NPA-G.Velho do CADEP-CN e Amigos dos Açores, Sta Maria, vamos testar pela 2ª vez o novo Percurso Pedestre “V.Porto-P.Malmerendo-ZPE Ilhéu da Vila e Costa Adjacente-R.Seca-P.Poção-Aeroporto”, concebido pelo CADEP-CN, em 2012, pretendendo-se que, depois de classificado, constitua, mais uma oferta de excelência,  ligada ao turismo de natureza. 
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Caracterização e centralidades (pontos de interesse) do novo itinerário
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Tem uma distância/duração aproximadas: 5,5Km/ 2h 30m;  Grau de dificuldade: fácil; Relevo: predominantemente plano, com ligeiros declives; Áreas naturais especiais: ZPE do Ilhéu da Vila e Costa Adjacente (Rede Natura 2000); Património urbano classificado: “Convento dos Franciscanos” e ZH de Vila do Porto. 
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Como centralidades apresenta: Património histórico, Apreciação panorâmica da Zona Histórica de Vila do Porto; visualização superior do porto e marina; aspetos geomorfológicos (pedreira do Anal, filões basálticos...); plantas aromáticas; litoral da Ponta do Malmerendo e seu farolim; observação e interpretação da ZPE (Zona de Proteção Especial) do Ilhéu da Vila e Costa Adjacente; observação de aves marinhas, migratórias e residentes; vegetação costeira, Ribeira Seca, arriba da Ponta do Poção e topo sudoeste do Aeroporto, onde se podem observar as pistas de aviação e alguns marcos históricos da presença americana em Sta Maria. 
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NÃO FIQUE EM CASA!

22 de novembro de 2013

ARQUITETURA PODE SER “ALIADA IMPORTANTE” PARA A ATRATIVIDADE E DESENVOLVIMENTO DO TURISMO NOS AÇORES

 AFIRMAÇÕES DO SECRETÁRIO REGIONAL DO TURISMO E TRANSPORTE RELEVAM A IMPORTÂNCIA DA PRESERVAÇÃO DA CASA RURAL MARIENSE
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Nota: Os nossos acrescentos/comentários estão a negrito.
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Foto: José Melo
(Uma relíquia arquitetónica a recuperar)
Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje (22/11/2013), em Ponta Delgada, a intenção de “incrementar ainda mais” o relacionamento entre a arquitetura  e o turismo, tendo em vista um "desenvolvimento sustentável”, o que concordamos plenamente e vai na nossa linha de pensamento há vários anos, devendo no caso de Santa Maria, para além dos imóveis históricos classificados, relevar a Casa Rural Mariense, pelas sua singularidade açórica e nacional, pelas linhas arquitetónicas simples e típicas e pelo posicionamento marcante que tem na paisagem da ilha.

Vítor Fraga, que falava na cerimónia de abertura do seminário Arquitetura e Turismo, disse acreditar que tal “é possível, porquanto possa ajudar a dinamizar" a economia regional, acrescentando estar certo de que “desta discussão livre e aberta à participação de todos, durante estes dois dias, sairão boas ideias sobre o futuro do turismo dos Açores e sobre a possível criação de roteiros de arquitetura na Região”. 
Há muito que o CADEP-CN defende a criação do "Roteiro da Casa Rural Mariense", estando na disposição de colaborar.

Na sua intervenção, o Secretário Regional recordou que "as ilhas dos Açores possuem, além de um imenso património natural, um rico património imóvel disperso por todo o arquipélago", sendo de realçar em Santa Maria a casa rural mariense, os chafarizes, os moinhos de vento, as azenhas, os fornos de cal, os fornos de loiça e telha e os fortes e fortins. 
Foto. José Melo-Chaminé tipo "vapor"
ex-líbris da arquitetura de Sta Maria

 Para Vítor Fraga, estas duas vertentes comprovam que “as relações espaciais entre a Arquitetura e o Turismo são de grande importância, se pensarmos na disponibilidade dos turistas para ver e apreciar tudo o que os rodeia e que é novo, na sua vontade de conhecer a identidade das pessoas do lugar e mesmo, por vezes, estabelecer elos de ligação com o seu país de origem”. A isto se chama o turismo "ativo-comparativo", que cada vez é mais procurado e exercido pela classe média-alta (turismo de qualidade), que só procura os lugares que se marcam pela diferença, salvaguardando e afirmando o que tem de original, único e identitário.

14 de novembro de 2013

A VERGONHOSA “TOURADA À PORTUGUESA” E A BÁRBARA TORTURA DOS ANIMAIS

O QUE TODO O CIDADÃO DEVE SABER PARA REFLETIR,  E REPUGNAR E DENUNCIAR!
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Na verdade, a tourada “à portuguesa” constitui um dos espetáculos, (TORTURAS) mais cruéis em todo o mundo civilizado tendo em conta os processos a que são sujeitos os touros antes e depois da corrida.
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Poucas horas antes do espetáculo os touros, depois de separados do resto da manada, são imobilizados e com uma serra são-lhe cortados os cornos que depois são revestidos com as chamadas “embolas” de ferro forradas a couro, processo doloroso e stressante para o animal.
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Depois de terminada a corrida não recebem qualquer tipo de assistência veterinária. Em vez disso, ainda vivos, são novamente imobilizados para que lhes sejam arrancadas as múltiplas bandarilhas e ferros que têm espetados no dorso.
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 Para retirar as lâminas é necessário efetuar alguns cortes com uma navalha. Os touros são depois transportados para o matadouro, gravemente feridos, onde aguardam o abate, geralmente à segunda-feira…

Os animais são acondicionados em condições degradantes, dentro de um pequeno contentor do veículo de transporte onde não se conseguem movimentar, nem sequer deitar. São obrigados a permanecer nestas condições até ao momento do abate, sem água nem alimento. Alguns morrem antes de entrar no matadouro."


13 de novembro de 2013

BASTONÁRIA DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS AO LADO DAS ASSOCIAÇÕES DE DEFESA ANIMAL

É PRECISO MUDAR O CÓDIGO PENAL!
ANIMAIS SÃO VIDAS COMO AS PESSOAS E NÃO LIXO 
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Especialistas continuam a exigir mudanças na lei para os animais de companhia. Dizem que o Governo não pode pôr o assunto na gaveta, só por razões políticas. E contam situações chocantes de maus tratos
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Maus tratos e abandono de animais de companhia são situações comuns com que veterinários e associações de defesa dos seus direitos se deparam no dia-a-dia. É um problema “grave”, cuja solução esperavam ver contemplada na proposta do Código do Animal de Companhia, apresentado à Ordem dos Médicos Veterinários (OMV) em Junho - a proposta que a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, acabou por deixar cair na semana passada, após uma torrente de críticas à restrição aí prevista, de dois cães e quatro gatos por habitação.
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A criminalização dos maus tratos e do abandono era, aliás, uma das questões “prioritárias” a serem resolvidas por uma nova legislação, defende a bastonária dos veterinários. Laurentina Pedroso esperava que o novo Código “melhorasse de facto as condições de bem-estar dos animais”. Mas os problemas e omissões da lei continuam por resolver, alertam a bastonária dos veterinários e ativistas dos direitos dos animais.
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Olinda Dias, que trabalha em direitos dos animais há mais de 15 anos, conhece “demasiado bem” as condições a que, por vezes, são sujeitos cães e gatos. Há alguns anos, a activista deparou-se com um cenário “horrível” quando abriu a porta de uma vivenda, na zona de Torres Vedras. Mais de 60 cães sobreviviam sozinhos, fechados, entre fezes, urina e restos mortais dos companheiros que ainda não tinham devorado. “A casa tinha sido abandonada pelos donos há anos e os cães, famintos, alimentavam-se uns dos outros. Também se reproduziam e, enquanto as cadelas pariam, os outros cães esperavam para comer os recém-nascidos”, lembra.

12 de novembro de 2013

JORNAL "AÇORES 9" DIVULGA CAMPANHA CONTRA ABANDONO DE ANIMAIS EM STA MARIA

CADEP-CN lança campanha contra abandono de animais em Santa Maria
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A ideia partiu do Clube dos Amigos e Defensores do Património Cultural e Natural (CADEP-CN) e dos Amigos dos Açores, que decidiram lançar a Campanha “Tolerância zero ao abandono de animais em Santa Maria”.
CADEP-CN DEBATE-SE CONTRA O ABANDONO DE ANIMAIS 
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Em nota enviada à Comunicação Social pode ler-se que o “abandono de animais, que ainda acontece em Santa Maria, são actos cruéis e degradantes, que devem ser veementemente combatidos sem complacências, pois daí decorrem graves consequências como o sofrimento dos próprios animais vitimados por essa irresponsabilidade” a juntar “à má imagem que dá à ilha e ao seu povo”, sem esquecer “os graves perigos que poderão advir para a saúde pública e segurança de pessoas e de outros animais, como, infelizmente, tem acontecido com vários ovinos e aves de capoeira, acarretando avultadas perdas para os seus donos, situação que tem que ser debelada”.
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De acordo com os mentores da campanha, “por detrás dos abandonos, há sempre a incúria e a irresponsabilidade de pessoas sem escrúpulos, devendo ser sobre elas que as autarquias, autoridades e a crítica social devem cerrar fileiras, trabalhando-se, em sinergia, a montante do problema, em base de prevenção, evitando-se as consequências gravosas aludidas”.
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Para aqueles responsáveis, “as campanhas de esterilização e de identificação também são urgentes em Santa Maria”, sendo esta última fundamental na identificação do detentor do animal, em caso de abandono, em vista a receber a punição condizente com a sua maldade, e ser chamado à responsabilidade por eventuais danos causados em consequência, dessa crueldade e enorme irresponsabilidade”.
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Neste caso em particular, o CADEP-CN entende que “as juntas de freguesia terão que assumir as suas competências nesta matéria, pois, além de lhes ser exigido por lei, são os mais profundos conhecedores dos seus fregueses que são detentores de animais”
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O clube chama ainda a atenção para, no futuro, serem levadas a cabo “ações conjuntas da Secretaria Regional dos Recursos Naturais e da Câmara Municipal de Vila do Porto, garantindo que estas entidades podem sempre contar com a colaboração do CADEP-CN, Grupo pelo Bem-Estar Animal dos Amigos dos Açores, e o SEPNA da GNR.
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Este Clube pretende também com esta campanha mostrar que o Centro de Acolhimento Municipal de Animais de Companhia (CAMAC) “não é um lugar de «descarte de animais», que existe para se substituir às exigências legais e deveres cívicos cos cidadãos, mas tão só um serviço público com a função de dar resposta àqueles que, comprovadamente, não os puderam cumprir, por contingências gravosas da vida, assim como a situações de compulsividade, por maus-tratos e incumprimentos legislativos, após respetivas punições, pelas autoridades”.
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Por este motivo, os mentores da iniciativa apelam a todos os marienses, para que não fiquem indiferentes e que adiram a esta Campanha.
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Texto: Olivéria Santos | Foto: Direitos Reservados
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