Trata-se do espaço que dá voz ao CADEP-CN (Clube dos Amigos e Defensores do Património - CulturaL e Natural) de Santa Maria, sócio coletivo dos Amigos dos Açores. Direciona-se para a valorização, salvaguarda e divulgação do património cultural e natural mariense, com reflexões mais abrangentes sobre o "Ambiente" em geral, na senda do "Agir Local-Pensar Global". A informação/educação ambiental e a defesa do bem-estar animal é igualmente, um desiderato de fundo deste espaço.
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Bem vindo(a) ao NaturMariense
Convidamo-lo(a) a ler, participar e juntar-se às causas defendidas pelo CADEP-CN e pelos Amigos dos Açores, em Santa Maria.
Escreva, dê ideias e denuncie situações: cadep.cn@gmail.com ou santamaria@amigosdosacores.pt
13 de abril de 2014
DOG TREKKING ESPECIAL DA PÁSCOA E DOAÇÃO DE RAÇÕES AO CAMAC
UM RECORDE DE PARTICIPAÇÕES
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Participaram no evento 22 pessoas, o
que é um recorde
, tendo aderido, para além dos 12 elementos do CADEP-CN, mais 10 pessoas entre crianças, jovens e adultos, o que expressa uma onda crescente de sensibilidade, responsabilidade e preocupação para com o bem-estar animal, dentro do CAMAC e na ilha. Bem hajam!
Para além dos 6 elementos da família Barrôco, reconhecidos amantes dos
animais, e da Veterinária Dra Joana Cravo participaram os jovens Rui Figueiredo, Carlos Soares, Beatriz Brito,
Deodato Melo, Carla Paiva, Sofia Rohena e Henrique Pontes, tendo quase todos se
inscrito na “Bolsa do Voluntariado do CAMAC”, disponibilizando-se para futuras
iniciativas.
O Dog Trekking especial da Páscoa, proporcionou a saída das celas
do CAMAC aos 20 animais lá alogados, durante cerca de 2h 30m, tendo-se
percorrido cerca de 4km, no percurso "CAMAC, Flor-da-Rosa, Caminho Fundo,
Caminho de Maria Dias, Canada do Campo, Jardim Municipal” e regresso,
proporcionando momentos de felicidade aos animais, que vivem confinados atrás
das grades, em consequência dos cruéis abandonos de que foram vítimas.
8 de abril de 2014
RESPOSTA À TAL PERGUNTA DESCABIDA!
Quando falo de voluntariado pelos
animais, alguns me colocam a seguinte questão:
“Porque
não ajudas pessoas que precisam?”
Geralmente coloca a questão acima
referida, são aquelas pessoas sem histórico visível de voluntariado, nem com
animais, nem com pessoas, daí a nossa grande perplexidade pelo seu
questionamento com feição de crítica.
Primeiro que tudo, não há
voluntariado mais nem menos nobre, quando em causa estão vidas em situação
precária e mais fragilizada, possuidoras de sentimentos e da capacidade de
sofrer, quer sejam pessoas ou animais sencientes.
Por outro lado, quem faz
voluntariado pelos animais, diretamente ajuda a estes, mas também direta e
indiretamente está a ajudar as pessoas, a comunidade e a sua terra. Acrescento,
ainda, que não conheço ninguém que se assuma defensor dos animais, que também
não se disponibilize para auxiliar pessoas, dando bons exemplos de cidadania e
de solidariedade em ambas as frentes.
Por outro lado, quem faz
voluntariado pelos animais, diretamente ajuda a estes, mas também direta e
indiretamente está a ajudar as pessoas, a comunidade e a sua terra. Acrescento,
ainda, que não conheço ninguém que se assuma defensor dos animais, que também
não se disponibilize para auxiliar pessoas, dando bons exemplos de cidadania e
de solidariedade em ambas as frentes.
--Se todos fizessem voluntariado com crianças, quem ajudaria os idosos?
Se todos ajudassem os idosos, quem faria voluntariado com as crianças? E se
todos apenas fizessem voluntariado com crianças e idosos, quem olharia pelos
muitos de animais abandonados todos os anos, no país, nos Açores e, ainda, em
Sta Maria, que sofrem e sentem como gente, sem falar das graves consequências
sociais que daí advém para a saúde pública, segurança de pessoas e bens e até
para a imagem de um povo e da sua terra.
Dizer que um animal é menos digno que uma
pessoa para merecer que alguém gaste o seu tempo com ele, prova que certos
humanos andam muito enganados em relação à natureza e ao valor intrínseco da
vida. A convivência com animais tem-me
ensinado que são seres maravilhosos, com elevados sentimentos, gratidão e amor
incondicional que gostaria de observar em muitos humanos.
De forma errónea, o ser humano assumiu a supremacia de todas as
espécies, colocando-se numa espécie de “pódio antropocêntrico”, julgando que
por ser dotado de racionalidade se poderia superiorizar à natureza,
controlando-as ou desrespeitando as suas leis e considerando-se um semi-deus
sobre todas as espécies , dispondo delas a seu belo prazer.
BEM-ESTAR ANIMAL NO ASAS DO ATLÂNTICO
APELOS À CÂMARA MUNICIPAL DE VILA DO PORTO
E COMBATE AOS ABANDONOS
-
No passado dia 5 de abril o programa
“Ritmos de Informação” dos Asas do Atlântico, foi dedicado ao Bem-estar animal
em Santa Maria, assentando a pertinência e a atualidade da temática no factos
de o dia 4, ter sido o “Dia Mundial dos Animais Abandonados” e abril ser o “Mês
da Prevenção Contra a Crueldade
Animal”.
No programa participaram pessoas que dão a cara e a voz por quem não se
pode defender por si próprio, e que sofrem e sentem como gente, sendo um dever
de ética humana e de cristãos defendê-los contra a cueldade dos abandonos, dos
maus-tratos e promover o seu bem-estar, dentro de fora do CAMAC.
Começamos por agradecer ao Asas do Atlântico, na pessoa da dinâmica jornalista
Ana Paula Braga, pela oportunidade, e atenção ao pulsar crescente da sociedade
sobre essa importante matéria.
Agradecimentos especiais também à
dedicada Ana Loura pela importante participação; à simpática e competente
veterinária do CAMAC, Dra Joana Cravo, e, de forma muito carinhosa, aos nossos
voluntários Rui Figueiredo e Pedro Resendes, que representaram todos os outros, sem esquecer quem prestou depoimentos
gravados, na parte que foi contributiva para esta nobre causa do respeito pela
vida de seres sencientes, que padecem das mesmas dores dos humanos.
Neste desiderato, estarei sempre de "peito aberto" para lutar e colaborar pelo bem-estar estar
animal, “sem especismos” e, particularmente com o CAMAC, investindo o meu tempo
livre, e exercendo a minha cidadania, como sempre o fiz desde o princípio,
seguindo o “conselho” da minha
consciência, o norte dos meus princípios éticos e humanos e os ditames dos
estatutos das ONGAS que represento. Este é o "único partido" que me
move nestas causas, (com espírito colaborativo e total desprendimento), e por
elas me empenharei com a máxima dedicação e farei o que posso e sei, exigindo,
pedindo, e até "suplicando" a quem de direito, quando tal for necessário,
pela melhoria do bem-estar animal, tendo a convicção que é esse o mesmo sentir dos(as)
amigos(as) que participaram no Programa, assim como de todos os outros que
connosco trabalham, neste bem comum.
7 de abril de 2014
COMO ABRAÇAR UM BEBÉ COM AMOR E SEGURANÇA :)
Instruções para abraçar um bebé: -
1. Primeiro, encontrar um bebé. :)
1. Primeiro, encontrar um bebé. :)
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2. Segundo, assegurar-se de que o objecto que se encontrou é realmente um bebé empregando técnicas classicas de olfacto.
2. Segundo, assegurar-se de que o objecto que se encontrou é realmente um bebé empregando técnicas classicas de olfacto.
3. Depois é necessário acomodar o bebé antes de começar o processo de "abraço".
4. Simplesmente acomodar-se ao redor do bebé e preparar-se para um possível "close-up"... :))
5. Finalmente, se houver uma câmara presente, executar o dificil e patenteado "abraço-sorriso e a pose" para alcançar a melhor foto.
Se não passas estas fotos, vais estar a tirar o gozo de um sorriso a muitas pessoas, a sonegar a oportunidade de reconhecerem a doçura dos cães, que são, sem dúvida, os melhores amigos dos homens!
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PORQUE NÃO SE DEVE RETIRAR AS UNHAS AOS GATOS

Para além de ser um mecanismo de defesa, as unhas dos gatos estão em constante crescimento, daí a necessidade que o animal tem de arranhar; esse processo serve para eliminar a capa velha da unha para que esta rejuvenesça.
Esta pequena acção, no entanto, causa um enorme aborrecimento a bastantes pessoas que têm gatos: as cortinas rasgadas e o sofá arranhado fazem parte da lista das justificações que levam alguém a encaminhar um gato para o veterinário para retirar-lhes as unhas.
O que, provavelmente, desconhecem é que tirar as unhas a um gato é amputar-lhe a falange distal, semelhante a ficarmos com os dedos arrancados. A dor excruciante da pós-recuperação é indescritível, já que o animal basicamente apoia-se sobre o osso que foi mutilado.
Arranhar está na natureza de um gato: ralhar, gritar e barafustar não terá qualquer efeito porque trata-se de uma necessidade básica destes animais. Decisões lamentáveis podem ser facilmente resolvidas com um arranhador, que encontra-se à venda em qualquer loja de animais: há vários tamanhos, várias cores e vários modelos. Ofereça um para o seu gato afiar as unhas e o seu sofá agradece.
As unhas dos gatos não devem ser arrancadas mas podem ser cortadas: como a unha reveste uma zona sensível, deve ter particular cuidado na hora de cortá-las porque ao acertar nessa área nervosa infligirá dor no animal e o sangramento ocorrerá. Se nunca cortou as unhas a um gato deve ir ao veterinário para este mostrar-lhe e explicar-lhe como deve fazer. É difícil obter a cooperação do animal por este não gostar que as suas unhas sejam tocadas, pelo que necessitará de ter paciência com ele.

Ame o seu gato tal e qual como ele é: tentar mudá-lo constituirá um sofrimento enorme para ele. Se não consegue aceitar que um gato arranhe as coisas, será preferível não ter um. Tenha a certeza absoluta que conviverá harmoniosamente com os percalços típicos de um felino antes de adoptá-lo.
6 de abril de 2014
MALVADEZ E INGRATIDÃO PARA COM O MELHOR AMIGO DO HOMEM
Considerado o melhor amigo do homem pela lealdade e dedicação, o cachorro é capaz de fazer qualquer coisa por seu tutor.
| Exemplo de uma adoção responsável no CAMAC |
Uma pesquisa realizada pelo professor de neuroeconomia da Emory University, Gregory Berns, concluiu que os cachorros usam a mesma parte do cérebro humano para ter percepções sensoriais, para além de comprovadamente terem sentimentos, fidelidade e "responsabilidade" de proteção de espaços e pessoas.
No entanto, apesar desta comprovada similitude humana, e mostra de grande amor e companheirismo aos humanos, são muitos os cruéis abandonos maus-tratos , para com estes grandes amigos: - os melhores amigos do homem e da mulher.
QUE GRANDE INGRATIDÃO E FALTA DE ÉTICA HUMANA!
Em Santa Maria, os abandonos e maus-tratos, ainda vão acontecendo, mas felizmente já em redução, em virtude das ações persistentes do CADEP-CN/Amigos dos Açores, do CAMAC, do SEPNA e de vários(as) cidadãos particulares. Aos poucos, com ajuda, imprescindível, da comunicação social da ilha e das redes sociais, esse trabalho continuado de combates aos abandonos vem sendo ampliado, assim como a promoção de adoções dos animais alojados no CAMAC e de outros que são encontrados nas ruas e recolhidos por voluntários.
DENUNCIE SEM MEDOS SITUAÇÕES DE ABANDONO E/OU MAUS-TRATOS QUE CONHEÇA!
"FICAR INDIFERENTE, É SER-SE CONIVENTE" e " O SILÊNCIO DOS BONS, DÁ FORÇA À CRUELDADE DOS MAUS"!
Ligue para o SEPNA da GNR (9611961154) ou contate o CADEP-CN, que faremos a ponte com as autoridades (cadep.cn@gmail.com). O seu anonimato será garantido, se assim o desejar!
Ajude-nos vocês também nesta nobre e importante tarefa de promoção do bem-estar animal em Sta Maria, e divulgação das adoções, a bem dos animais, da saúde pública, da segurança das pessoas e dos bens e da boa imagem da ilha e dos marienses.
A adoção de um simpático cãozinho ou cadelinha do CAMAC, pode trazer muita alegria para a família, além de ganhar um dos maiores amigos(as) que já teve!
Mas lembre-se de praticar uma adoção consciente e responsável: um cachorro vive em média mais do que 10 anos, e sempre deverá ter atenção e carinho, boas condições de alojamento e cuidados médicos, para além da obrigação do chip e registo na junta de freguesia.
DOG TREKKING DA PÁSCOA, EM SANTA MARIA
CONVITE PARA VOLUNTARIADO!
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Sexta-feira (11 de abril), das
14:30 às 17:00 horas, um grupo de jovens ligados ao CADEP-CN, no âmbito da
parceria com o CAMAC de Vila do Porto, e Amigos dos Açores, vão fazer uma
doação de rações e cobertores e realizar um Dog
Trekking, com os animais alojados naquele Centro de Acolhimento Municipal
de Animais de Companhia.
-
Convidam-se outros jovens que
nesta altura estão em férias e adultos da ilha disponíveis, a participarem na
atividade, como voluntários, a qual
proporcionará aos animais “saírem das grades”, darem um passeio sanitário,
fazerem exercício, aliviarem o stress do confinamento a um espaço reduzido e
conviveram com seus pares.
Com este Dog Trekking também
se pretende fazer uma sensibilização pública contra os abandonos e maus-tratos aos
animais e promover a sua adoção responsável.
-.
JUNTE-SE
À NOSSA “BOLSA DE VOLUNTÁRIOS DO CAMAC”!
PROPORCIONE UM POUCO D
EFELICIDADE A ESTES ANIMAIS QUE FORAM VÍTIMAS DE ABANDONO, E AJUDE-NOS A
ENCONTRAR UM NOVO LAR PARA ELES.
“A grandeza de uma terra e o grau civilizacional do seu
povo podem ser avaliados pela forma como trata e se relaciona com os seus
animais”. (Mahatma
Gandhi-Adaptado)
* José Melo
CADEP-CN
e Amigos dos Açores Sta Maria e coordenador da “Bolsa de Voluntariado do CAMAC”
5 de abril de 2014
A NOBREZA DO VOLUNTARIADO DEDICADO AOS ANIMAIS
ESCLARECIMENTO E RESPOSTA NECESSÁRIOS
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| Voluntários dão banho aos animais do CAMAC |
Para quem, ainda, não interiorizou o valor
intrínseco da vida sem “especismos”, considera o voluntariado dedicado aos
animais encontrados abandonados ou vítimas de maus-tratos menos nobre do que voluntariados
com outros direcionamentos. A repetida questão suscitada por essas pessoas, “Porque não ajudas pessoas que precisam?”,
surge sempre que me refiro ao voluntariado com animais.
O tempo e as várias reflexões que tenho feito
sobre a temática e sobre essa tão badalada e descabida pergunta, permitem-me fazer
os seguintes esclarecimentos, questões e chegar a várias conclusões.
Primeiro que tudo, não há voluntariado mais
nem menos nobre, quando em causa estão vidas em situação precária e mais
fragilizada, possuidoras de sentimentos e da capacidade de sofrer, quer sejam
pessoas ou animais sencientes.
Jovens do
CADEP-CN entregam donativos
da Campanha “Natal Solidário”
|
Segundo, todas as formas de dádiva e de
contribuição cívica gratuita na defesa e promoção do bem-estar da vida,
acarretam um si uma grande nobreza, porque permite dar atenção e dar ajuda a
quem muito precisa dela, sem olhar se esse tempo e ação que estamos a dar de
forma livre e espontânea é para um humano ou para um animal. AMBOS SÃO VIDA!
AMBOS SÃO CRIATURAS DE DEUS!”AMBOS PADECEM DAS MESMAS DORES!
Terceiro, quem geralmente coloca
a questão acima referida, são aquelas pessoas sem histórico visível de voluntariado, nem com
animais, nem com pessoas, daí a nossa grande perplexidade pelo seu
questionamento com feição de crítica.
Mesmo assim, “questiono a questão delas”:
--Se todos fizessem voluntariado com crianças, quem ajudaria os idosos?
Se todos ajudassem os idosos, quem faria voluntariado com as crianças? E se
todos apenas fizessem voluntariado com crianças e idosos, quem olharia pelos
muitos de animais abandonados todos os anos, no país, nos Açores e, ainda, em
Sta Maria, que sofrem e sentem como gente, sem falar das graves consequências
sociais que daí advém para a saúde pública, segurança de pessoas e bens e até
para a imagem de um povo e da sua terra.
1 de abril de 2014
FÁBRICA DA TELHA DE SANTA MARIA URGE DE RECUPERAÇÃO
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