Bem vindo(a) ao NaturMariense

Convidamo-lo(a) a ler, participar e juntar-se às causas defendidas pelo CADEP-CN e pelos Amigos dos Açores, em Santa Maria.

Escreva, dê ideias e denuncie situações: cadep.cn@gmail.com ou santamaria@amigosdosacores.pt


29 de abril de 2014

VÍDEO: "A DESTRUIÇÃO DA TERRA E DOS ANIMAIS PELO HOMEM" - REVOLTANTE

MUITO REVOLTANTE E INDIGNANTE!

VERGONHOSO O QUE O HOMEM (O DITO "RACIONAL") ESTÁ A FAZER AO PLANETA E AOS ANIMAIS (SEUS IRMÃOS TERRENOS, COMO EXPRESSA FRANCISCO DE ASSIS)

CONGRESSO INTERNACIONAL DE ARQUEOLOGIA EM SANTA MARIA

O Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Contemporânea (CEAM) e suas instituições parceiras, entre as quais a Câmara Municipal de Vila do Porto vai organizar o Congresso Internacional intitulado "As relações transatlânticas entre a Europa, a América e as ilhas do Atlântico", que terá lugar entre os dias 1 e 5 de maio, na ilha de Santa Maria. 

PROGRAMA PRELIMINAR 
(Outras informações AQUI)

» QUINTA-FEIRA, 1 MAIO 2014 

 09h30 - 10h00: Receção de participantes 
10h00 – 11h00: Sessão de abertura com a presença de: 
- Vasco Alves Cordeiro, Presidente do Governo Regional dos Açores 
- Pedro Manuel dos Reis Alves Catarino, Representante da República para a Região Autónoma dos Açores 
- Ireneu Cabral Barreto, Representante da República para a Região Autónoma da Madeira 
- Carlos Henrique Lopes Rodrigues, Presidente da Câmara Municipal de Vila do Porto 

PAUSA PARA CAFÉ 

 11h30: 1ª Mesa de Comunicações Livres

11h30 - 11h55: Olaria de Santa Maria nas coleções do Museu de Olaria, em Barcelos - Isabel Fernandes

11h55 - 12h20: A Cerâmica Portuguesa no Comércio do Atlântico Norte - Rosa Varela Gomes, Tânia Manuel Casimiro & Mário Varela Gomes 

PAUSA PARA ALMOÇO 

14h30: 2ª Mesa de Comunicações Livres
14h30 - 14h55: Comunicação a definir
14h55 - 15h20: Da importância de uma Arqueologia dos primórdios do povoamento e colonização europeias - João Palla Lizardo
15h20 - 15h45: Fragmento de painel de azulejos da primeira fase da monocromia azul e branco (século XVIII) (Mosteiro de Jesus da Ribeira Grande) - Mário Moura
 
15h45 - 16h10: - Novos dados químicos da cerâmica de produção de cerâmica utilitária açoriana (séculos XVII- XX) - Fernando Castro & Élvio Sousa

PAUSA PARA CAFÉ 

16h40: 3ª Mesa de Comunicações Livres

16h40 - 17h05: Musealização de um naufrágio: Caroline - José Luís Neto


17h05 - 17h30: Fortificações nos Açores: entre a Europa e a América - o caso de Santa Maria (perspectivas historiográficas) - Carlos Luís Cruz

17h30 - 17h55: O “Castelo” de São João Baptista, na Ilha de Santa Maria, Açores. A mais antiga edificação militar dos Açores? - Élvio Sousa

17h55 - 18h20: Projeto de consolidação e conservação das ruínas do Forte de São João Batista, no lugar da Praia Formosa, na ilha de Santa Maria - Raquel Couto Sousa 

18h30 - Apresentação do livro “Cerâmica dos Açores”, de Alexandra Andrade, Centro Regional de Apoio ao Artesanato (CRAA)  

27 de abril de 2014

DRÁSTICAS PODAS

Por Diogo Caetano
sdcaetano@gmail.com

Foto: José Melo
As árvores que compõem as praças, estradas e avenidas e embelezam os jardins e parques são um elemento essencial de qualidade de vida. E, no entanto, é crítica a ausência de sensibilidade das autoridades e, muitas das vezes, das comunidades para o papel da Árvore em Meio Urbano.

Com a primavera chegam os cagarros, mas também as podas drásticas, que retiram a dignidade e o valor estético às árvores, tantas vezes ditas ornamentais, que marginam os arruamentos e estradas.
Estas podas drásticas ou radicais são comummente justificadas com base em preconceitos que continuam interiorizados na população, que muitas vezes as exige quando os responsáveis pela sua gestão e manutenção optam por outros modelos de condução. Embora erroneamente persistem mitos de que as podas drásticas ou “rolagens” rejuvenescem e fortalecem as árvores, ou que são a única forma económica de controlar a sua altura e perigosidade.

21 de abril de 2014

CAMINHADA DA LIBERDADE (25 DE ABRIL) E ROTA DAS QUINTAS

              INCLUI A ROTA DAS QUINTAS DE ALMAGREIRA

(P.Pedestre “Almagreira-Tremoçal-Figueiral-Pousada da Juventude”)
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(Inserida nas comemorações do 2º aniversário da Pousada da Juventude de Santa Maria)
 
Numa organização conjunta do NPA (Núcleo de Pedestrianismo e Ambiente) do Gonçalo Velho, o CADEP-CN e Amigos dos Açores Sta Maria, no dia 25 de abril, vai ter ter lugar a 6ª atividade da II Temporada do Projeto: “Pedestrianismo e Ambiente de Mãos Dadas”, com a fruição e interpretação do percurso renovado “Almagreira-Tremoçal-Figueiral-Pousada da Juventude”, que inclui, na sua parte inicial, a “Rota das Quintas de Almagreira”, com a visitação das Históricas quintas da Senhora do Monte e do Falcão.  

Esta atividade insere-se nas comemorações do “25 de Abril” e do 2º aniversário da Pousada da Juventude de Sta Maria. 

A concentração será pelas 9h 30m no Largo Padre Serafim de Chaves (Almagreira), iniciando-se com a visita guiada às Quintas da Senhora do Monte e do Falcão, e terminando-se com a visita à Pousada da Juventude, onde os pedestrianiats participarão da festa da comemoração do 2ª aniversário. 

IINFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O PERCURSO 

Conceção: CADEP-CN, de Sta Maria

Distância: 8 km, aproximadamente

Duração: 3h 30m, aproximadamente

Relevo:Terreno predominantemente plano, com ondulações suaves

Grau de dificuldade: Fácil

Património Histórico em destaque: Quintas da Senhora do Monte e do Falcão e Fornos de cal, ZH Vila do Porto (Forte de S.Brás).

Áreas naturais especiais: Monumento Natural da Pedreira do Campo, Figueiral e Prainha 

CENTRALIDADES PRINCIPAIS DO PERCURSO 

As centralidades (pontos de interesse), que terão apresentações/explicações mais aprofundadas da parte do guia serão as Quintas do Falcão e da Senhora do Monte, Forno de cal do Touril, Pico do Facho, panorâmicas do litoral da Costa Sul (Figueiral, Prainha e Praia Formosa), Grutas e forno de cal  do Figueiral, Pedreira do Campo, Prainha (Pillow lavas, fósseis), plantas endémicas e medicinais, avifauna, Ribeira de S.Francisco, Vista do Povoado de V.Porto, Forte de S.Brás e Pousada da Juventude. 

A caminhada é aberta aos marienses e visitantes de Santa Maria, com mais de seis anos de idade e gratuita. 

Para mais informações contatar Tm 967291078 ou eco.melo@gmail.com  

*José Andrade Melo
  CADEP-CN e Amigos dos Açores Sta Maria
  Coordenador do NPA do Gonçalo Velho

MAUS TRATOS DE ANIMAIS E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

A violência doméstica, muitas vezes, é motivada através do abuso ou maltratos em animais
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Um estudo realizado por DeViney, Dickert & Lockwood (1983) confirmou que 88% das famílias em que ocorreu abuso físico contra crianças têm antecedentes de violência com animais. Uma pesquisa mais recente, em 2004, também salientou que entre 45% a 60% dos lares onde a violência doméstica é presente, o risco relativamente a abusos administrados em crianças é maior.  

Violentar um animal é indicador de um lar caótico que pode espelhar a falta de segurança dos elementos mais frágeis, e precisamente por essa razão deve ser documentado como um caso de violência doméstica. Por sua vez, é necessário aprender a reconhecer e denunciar todas as formas desta violência. 

Para além disso, também é um problema a transmissão de valores errados, seja de pai para filho ou no próprio ambiente escolar: torturar animais à frente de uma criança ou dar a entender que maltratar animais não é errado influenciará negativamente a conduta da mesma.  

PROTEGER OS ANIMAIS É TAMBÉM PROTEGER AS PESSOAS

QUEM MALTRATA ANIMAIS É POTENCIAL AGRESSOR DE PESSOAS

Estudo comprova que pessoas que maltratas e assassinam animais são potenciais agressores e assasinos de pessoas 

Não é cliché afirmar que um indivíduo que maltrata animais terá coragem de fazer o mesmo com o seu semelhante: obviamente que erramos ao cair numa falácia de generalização precipitada ao considerar todas as pessoas com esta característica farinha do mesmo saco, mas no entanto não devemos ficar indiferentes quando alguém violenta um animal; o que aparenta ser um acto lamentável à vista de muitos pode, na verdade, ser um alerta para o perigo.  

Através de várias investigações levadas a cabo pelo FBI, chegou-se à conclusão que cerca de 80% dos homicidas começam a tecer os seus mantos criminosos matando animais. Um dos casos mais horrendos que revela o paralelismo entre a crueldade com animais e a crueldade com humanos é, provavelmente, o dos dois jovens serial-killers que ficaram conhecidos como os maníacos de Dnepropetrovsk: os comportamentos bárbaros de Viktor Sayenko e Igor Suprunyuck principiaram-se com tortura extrema contra animais, resultando na morte deles. Insatisfeitos com o sadismo que aplicavam, decidiram expor os seus actos na rede, publicando fotografias de cães e gatos enforcados, posando frequentemente ao lado das vítimas numa postura zombeteira.  

TERESA GUILHERME ADOTA CADELINHA ABANDONADA E FAZ APELO

NO DIA DE PÁSCOA, TERESA GULHERME APRESENTA A SUA GRANDE AMIGA E FAZ UMA APELO AOS CIDADÃOS DE BEM!
Quero apresentar-lhes a minha amiga mais fiel.
 

Há quase dois anos fui à União Zoófila e juntei este bebé à minha família. Tinha sido abandonada, maltratada e, no dia em que tiramos esta nossa primeira foto, estava muito assustada.
 
Hoje é uma cadelinha carinhosa e esperta que me faz feliz. E eu a ela!
Se querem ter e cuidar de um peludinho de 4 patas lembrem-se dos que as instituições cheias de amor recolheram. Precisam de um Dono ou melhor de um Amigo.
 
Vá pelo menos visitá-los e festejar com eles a Páscoa. Afinal somos todos criaturas de Deus!

VISITE O CAMAC DE VILA DO PORTO E ABRA OS BRAÇOS A UM(A) AMIGO(A), COMO FEZ A TERESA GUILHERME.
NÃO COMPRE. ADOTE!

18 de abril de 2014

ARROTEIAS E FALTA DE DERREGA DE TERRENOS EM SANTA MARIA

CONSEQUÊNCIAS NA EROSÃO, QUEBRADAS E DESLIZAMENTO DE SOLOS
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Em Santa Maria, tal como nas outras ilhas dos Açores, as grandes linhas de erosão e quebramento de terrenos nas pastagens em altitude situadas no cume de colinas ou encostas declivosas, resultaram da intensificação da agro-pecuária, nomeadamente de arroteias e terraplanagens efetuadas em antigas áreas naturais, para a criação de pastos.

Depois das grandes arroteias, à altura do povoamento, que destruiu grande parte do coberto vegetal primitivo, nomeadamente a Laurissilva, houve uma certa estabilização, durante largas décadas, tendo escapado a essa devastação arbórea os cumes das elevações e as encostas mais íngremes.  Com a adesão de Portugal à então CEE (agora EU), surgiram os bastos incentivos e subsídios à produção agro-pecuária, e em consequência o desbaste de outras áreas de matas, em cotas de altitude que a prevenção, a razão e um bom ordenamento do território, não deveriam permitir.

Pensava eu que as arroteias em Sta Maria, uma ilha já por si parca em coberto vegetal tinham cessado, mas o acompanhamento que fiz esta semana com um arquiteto paisagista estudioso de Permacultura e outro amigo com sensibilidade e experiência em reabilitação florestal, correndo a ilha “por dentro”, nos deparamos com vários desbastes de vegetação, em lugares não recomendáveis.

As consequências dessas arroteias em zonas de altitude, para além da degradação visível da paisagem, acarretam outras consequências a vários níveis. A nível ecológico, pela degradação do habitat de aves e corte de algumas espécies vegetais endémicas; a nível hidrológico, pela falta de retenção das águas das chuvas e consequente diminuição da recarga de nascentes; a nível geológico, pela quebra e arrastamento dos solos.

A SOLUÇÃO ESTÁ NA ESTERILIZAÇÃO

A IRRESPONSABILIDADE CONTINUA EM SANTA MARIA EM RELAÇÃO AOS ANIMAIS
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NOS ÚLTIMOS DIAS, VÁRIAS CRIAS DE ANIMAIS TEM SIDO DESPEJADAS NO CAMAC, O QUE É INACEITÁVEL.
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A esterilização/castração é a forma mais eficaz, ética e civilizada de contribuir para minimizar o sofrimento dos animais de companhia, aquando de gravidezes indesejadas, sendo depois as crias criminalmente mortas, maltratadas ou despejadas irresponsavelmente nos canis, como tem acontecido no CAMAC de Vila do Porto.

Recordo que ninguém é obrigado a ter um animal, e caso opte por ter uma cadelinha ou gatinha, e se não tiver disposto(a) a arcar com a responsabilidade das suas crias, terá que ser responsável e fazer a esterilização das mesmas, junto dos veterinários.

 A maior parte do sofrimento dos animais de companhia é, de longe, resultado da sua superpopulação, daí a obrigação cívica e dever de cidadania dos marienses proceder à esterilização/castração dos seus animais.

O CADEP-CN tem defendido junto da Câmara Municipal e da Autoridade Veterinária Regional, através da Secretaria Regional dos Recursos Naturais, a promoção de uma campanha de esterilização/castração em Sta Maria, a preços proporcionais aos rendimentos das famílias. Vamos continuar a insistir nessa matéria já no próximo mês, em reunião com o Senhor Secretário Neto Viveiros, contando levar alguns elementos da Bolsa de Voluntariado de Vila do Porto.

 Combater a triste e cruel realidade dos abandonos e das e entregas injustificadas e, bastas vezes, irresponsáveis de animais no CAMAC está nas mãos das entidades, mas fundamentalmente dos marienses, começando por evitar  que os nossos animais de companhia se reproduzam em demasia,  e sensibilizando/educando a comunidade para a importância fulcral da esterilização.

 As vantagens da esterilização não está só no combate ao trágico sofrimento associado à superpopulação de cães e gatos, como tendo efeito multiplicador também na saúde dos animais, ao prevenir cancros e  aumentar a sua esperança, com o acrescento de eliminar os comportamentos incomodativos associados ao cio nas fêmeas e à marcação de território nos machos.

Terminamos com o vincado aviso aos marienses de que o CAMAC não é um serviço público de descarte nem de entrega de animais, por razões infundadas como, vergonhosamente”, tem vindo a acontecer, mas tão só, um centro de recolha/acolhimento de animais em casos humanos extremos, tais como: falecimento de pessoas que viviam sós, perdas comprovadas de emprego e de compulsividade resultantes da aplicação da lei.

17 de abril de 2014

VÍDEO: VISTAS DE ALMAGREIRA