Bem vindo(a) ao NaturMariense

Convidamo-lo(a) a ler, participar e juntar-se às causas defendidas pelo CADEP-CN e pelos Amigos dos Açores, em Santa Maria.

Escreva, dê ideias e denuncie situações: cadep.cn@gmail.com ou santamaria@amigosdosacores.pt


20 de maio de 2014

JARDIM JOSÉ DO CANTO EM P.DELGADA

O Jardim Botânico José do Canto acolhe diversos exemplares de 7 espécies do género Ficus, incluindo algumas árvores monumentais intimamente ligadas à história do jardim e ao seu fundador.
 
Árvore-da-borracha-australiana (Ficus macrophylla)
Pode consultar as respetivas fichas no site www.josedocanto.com,
 bem como as de quase 100 espécies que já estão disponíveis online.
 
Se visitar São Miguel, O NATURMARIENSE aconselha vivamente que reserve uma manhã ou uma tarde, para visitar este JARDIM ROMÂNTICO NO CORAÇÃO DE PONTA DELGADA.

6 de maio de 2014

VÍDEO: CÃES FELIZES NA PRAIA

2 de maio de 2014

A GRAVIDEZ DAS CADELAS - CUIDADOS E RESPONSABILIDADES

Quando uma cadela está grávida dizemos que ela está prenha. Caso sua cadela não seja castrada e tenha contato com um cachorro não castrado, ela pode ficar prenha e vir a ter filhotes. Acompanhar a gravidez de uma cadelinha é muito bonito e gratificante, mas exige responsabilidades, dá trabalho e gera gastos, devendo ser uma decisão consciente, assumida e responsável. 
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  Se você não pretende o trabalho que abaixo descrevemos, nem o dever de conseguir donos cuidadosos para os cachorrinhos, então, deverá ter aresponsabilidade  melhor esterilizar a sua cadelinha.
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A gestação nas cadelas, dura à volta de 55 a 65 dias, ou seja, de sete a nove semanas. O que vai depende de fatores, como o número e tamanho dos filhotes. A ultra-sonografia confirma a gestação, mostra o número de fetos e sua posição no útero, e ainda é importante ferramenta para acompanhar o desenvolvimento dos filhotes. 

30 dias - Pode ser feito diagnóstico através de palpação
35 dias - Observa-se o desenvolvimento das glândulas mamarias, que ficam rosadas e túrgidas. Aumento acentuado de peso
40 dias - Abdómen está maior
45 dias - Radiografia evidencia ossos da cabeça, vértebras, costelas e ossos longos dos membros
49 dias - A cabeça dos fetos é palpável e há grande aumento nas glândulas mamarias. 

A partir da 8ª semana de gestação (56 dias), o movimento dos filhotes já pode ser visto quando a cadela está deitada. Os filhotes já podem nascer de forma segura. 

29 de abril de 2014

VÍDEO: "A DESTRUIÇÃO DA TERRA E DOS ANIMAIS PELO HOMEM" - REVOLTANTE

MUITO REVOLTANTE E INDIGNANTE!

VERGONHOSO O QUE O HOMEM (O DITO "RACIONAL") ESTÁ A FAZER AO PLANETA E AOS ANIMAIS (SEUS IRMÃOS TERRENOS, COMO EXPRESSA FRANCISCO DE ASSIS)

CONGRESSO INTERNACIONAL DE ARQUEOLOGIA EM SANTA MARIA

O Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Contemporânea (CEAM) e suas instituições parceiras, entre as quais a Câmara Municipal de Vila do Porto vai organizar o Congresso Internacional intitulado "As relações transatlânticas entre a Europa, a América e as ilhas do Atlântico", que terá lugar entre os dias 1 e 5 de maio, na ilha de Santa Maria. 

PROGRAMA PRELIMINAR 
(Outras informações AQUI)

» QUINTA-FEIRA, 1 MAIO 2014 

 09h30 - 10h00: Receção de participantes 
10h00 – 11h00: Sessão de abertura com a presença de: 
- Vasco Alves Cordeiro, Presidente do Governo Regional dos Açores 
- Pedro Manuel dos Reis Alves Catarino, Representante da República para a Região Autónoma dos Açores 
- Ireneu Cabral Barreto, Representante da República para a Região Autónoma da Madeira 
- Carlos Henrique Lopes Rodrigues, Presidente da Câmara Municipal de Vila do Porto 

PAUSA PARA CAFÉ 

 11h30: 1ª Mesa de Comunicações Livres

11h30 - 11h55: Olaria de Santa Maria nas coleções do Museu de Olaria, em Barcelos - Isabel Fernandes

11h55 - 12h20: A Cerâmica Portuguesa no Comércio do Atlântico Norte - Rosa Varela Gomes, Tânia Manuel Casimiro & Mário Varela Gomes 

PAUSA PARA ALMOÇO 

14h30: 2ª Mesa de Comunicações Livres
14h30 - 14h55: Comunicação a definir
14h55 - 15h20: Da importância de uma Arqueologia dos primórdios do povoamento e colonização europeias - João Palla Lizardo
15h20 - 15h45: Fragmento de painel de azulejos da primeira fase da monocromia azul e branco (século XVIII) (Mosteiro de Jesus da Ribeira Grande) - Mário Moura
 
15h45 - 16h10: - Novos dados químicos da cerâmica de produção de cerâmica utilitária açoriana (séculos XVII- XX) - Fernando Castro & Élvio Sousa

PAUSA PARA CAFÉ 

16h40: 3ª Mesa de Comunicações Livres

16h40 - 17h05: Musealização de um naufrágio: Caroline - José Luís Neto


17h05 - 17h30: Fortificações nos Açores: entre a Europa e a América - o caso de Santa Maria (perspectivas historiográficas) - Carlos Luís Cruz

17h30 - 17h55: O “Castelo” de São João Baptista, na Ilha de Santa Maria, Açores. A mais antiga edificação militar dos Açores? - Élvio Sousa

17h55 - 18h20: Projeto de consolidação e conservação das ruínas do Forte de São João Batista, no lugar da Praia Formosa, na ilha de Santa Maria - Raquel Couto Sousa 

18h30 - Apresentação do livro “Cerâmica dos Açores”, de Alexandra Andrade, Centro Regional de Apoio ao Artesanato (CRAA)  

27 de abril de 2014

DRÁSTICAS PODAS

Por Diogo Caetano
sdcaetano@gmail.com

Foto: José Melo
As árvores que compõem as praças, estradas e avenidas e embelezam os jardins e parques são um elemento essencial de qualidade de vida. E, no entanto, é crítica a ausência de sensibilidade das autoridades e, muitas das vezes, das comunidades para o papel da Árvore em Meio Urbano.

Com a primavera chegam os cagarros, mas também as podas drásticas, que retiram a dignidade e o valor estético às árvores, tantas vezes ditas ornamentais, que marginam os arruamentos e estradas.
Estas podas drásticas ou radicais são comummente justificadas com base em preconceitos que continuam interiorizados na população, que muitas vezes as exige quando os responsáveis pela sua gestão e manutenção optam por outros modelos de condução. Embora erroneamente persistem mitos de que as podas drásticas ou “rolagens” rejuvenescem e fortalecem as árvores, ou que são a única forma económica de controlar a sua altura e perigosidade.

21 de abril de 2014

CAMINHADA DA LIBERDADE (25 DE ABRIL) E ROTA DAS QUINTAS

              INCLUI A ROTA DAS QUINTAS DE ALMAGREIRA

(P.Pedestre “Almagreira-Tremoçal-Figueiral-Pousada da Juventude”)
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(Inserida nas comemorações do 2º aniversário da Pousada da Juventude de Santa Maria)
 
Numa organização conjunta do NPA (Núcleo de Pedestrianismo e Ambiente) do Gonçalo Velho, o CADEP-CN e Amigos dos Açores Sta Maria, no dia 25 de abril, vai ter ter lugar a 6ª atividade da II Temporada do Projeto: “Pedestrianismo e Ambiente de Mãos Dadas”, com a fruição e interpretação do percurso renovado “Almagreira-Tremoçal-Figueiral-Pousada da Juventude”, que inclui, na sua parte inicial, a “Rota das Quintas de Almagreira”, com a visitação das Históricas quintas da Senhora do Monte e do Falcão.  

Esta atividade insere-se nas comemorações do “25 de Abril” e do 2º aniversário da Pousada da Juventude de Sta Maria. 

A concentração será pelas 9h 30m no Largo Padre Serafim de Chaves (Almagreira), iniciando-se com a visita guiada às Quintas da Senhora do Monte e do Falcão, e terminando-se com a visita à Pousada da Juventude, onde os pedestrianiats participarão da festa da comemoração do 2ª aniversário. 

IINFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O PERCURSO 

Conceção: CADEP-CN, de Sta Maria

Distância: 8 km, aproximadamente

Duração: 3h 30m, aproximadamente

Relevo:Terreno predominantemente plano, com ondulações suaves

Grau de dificuldade: Fácil

Património Histórico em destaque: Quintas da Senhora do Monte e do Falcão e Fornos de cal, ZH Vila do Porto (Forte de S.Brás).

Áreas naturais especiais: Monumento Natural da Pedreira do Campo, Figueiral e Prainha 

CENTRALIDADES PRINCIPAIS DO PERCURSO 

As centralidades (pontos de interesse), que terão apresentações/explicações mais aprofundadas da parte do guia serão as Quintas do Falcão e da Senhora do Monte, Forno de cal do Touril, Pico do Facho, panorâmicas do litoral da Costa Sul (Figueiral, Prainha e Praia Formosa), Grutas e forno de cal  do Figueiral, Pedreira do Campo, Prainha (Pillow lavas, fósseis), plantas endémicas e medicinais, avifauna, Ribeira de S.Francisco, Vista do Povoado de V.Porto, Forte de S.Brás e Pousada da Juventude. 

A caminhada é aberta aos marienses e visitantes de Santa Maria, com mais de seis anos de idade e gratuita. 

Para mais informações contatar Tm 967291078 ou eco.melo@gmail.com  

*José Andrade Melo
  CADEP-CN e Amigos dos Açores Sta Maria
  Coordenador do NPA do Gonçalo Velho

MAUS TRATOS DE ANIMAIS E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

A violência doméstica, muitas vezes, é motivada através do abuso ou maltratos em animais
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Um estudo realizado por DeViney, Dickert & Lockwood (1983) confirmou que 88% das famílias em que ocorreu abuso físico contra crianças têm antecedentes de violência com animais. Uma pesquisa mais recente, em 2004, também salientou que entre 45% a 60% dos lares onde a violência doméstica é presente, o risco relativamente a abusos administrados em crianças é maior.  

Violentar um animal é indicador de um lar caótico que pode espelhar a falta de segurança dos elementos mais frágeis, e precisamente por essa razão deve ser documentado como um caso de violência doméstica. Por sua vez, é necessário aprender a reconhecer e denunciar todas as formas desta violência. 

Para além disso, também é um problema a transmissão de valores errados, seja de pai para filho ou no próprio ambiente escolar: torturar animais à frente de uma criança ou dar a entender que maltratar animais não é errado influenciará negativamente a conduta da mesma.  

PROTEGER OS ANIMAIS É TAMBÉM PROTEGER AS PESSOAS

QUEM MALTRATA ANIMAIS É POTENCIAL AGRESSOR DE PESSOAS

Estudo comprova que pessoas que maltratas e assassinam animais são potenciais agressores e assasinos de pessoas 

Não é cliché afirmar que um indivíduo que maltrata animais terá coragem de fazer o mesmo com o seu semelhante: obviamente que erramos ao cair numa falácia de generalização precipitada ao considerar todas as pessoas com esta característica farinha do mesmo saco, mas no entanto não devemos ficar indiferentes quando alguém violenta um animal; o que aparenta ser um acto lamentável à vista de muitos pode, na verdade, ser um alerta para o perigo.  

Através de várias investigações levadas a cabo pelo FBI, chegou-se à conclusão que cerca de 80% dos homicidas começam a tecer os seus mantos criminosos matando animais. Um dos casos mais horrendos que revela o paralelismo entre a crueldade com animais e a crueldade com humanos é, provavelmente, o dos dois jovens serial-killers que ficaram conhecidos como os maníacos de Dnepropetrovsk: os comportamentos bárbaros de Viktor Sayenko e Igor Suprunyuck principiaram-se com tortura extrema contra animais, resultando na morte deles. Insatisfeitos com o sadismo que aplicavam, decidiram expor os seus actos na rede, publicando fotografias de cães e gatos enforcados, posando frequentemente ao lado das vítimas numa postura zombeteira.  

TERESA GUILHERME ADOTA CADELINHA ABANDONADA E FAZ APELO

NO DIA DE PÁSCOA, TERESA GULHERME APRESENTA A SUA GRANDE AMIGA E FAZ UMA APELO AOS CIDADÃOS DE BEM!
Quero apresentar-lhes a minha amiga mais fiel.
 

Há quase dois anos fui à União Zoófila e juntei este bebé à minha família. Tinha sido abandonada, maltratada e, no dia em que tiramos esta nossa primeira foto, estava muito assustada.
 
Hoje é uma cadelinha carinhosa e esperta que me faz feliz. E eu a ela!
Se querem ter e cuidar de um peludinho de 4 patas lembrem-se dos que as instituições cheias de amor recolheram. Precisam de um Dono ou melhor de um Amigo.
 
Vá pelo menos visitá-los e festejar com eles a Páscoa. Afinal somos todos criaturas de Deus!

VISITE O CAMAC DE VILA DO PORTO E ABRA OS BRAÇOS A UM(A) AMIGO(A), COMO FEZ A TERESA GUILHERME.
NÃO COMPRE. ADOTE!

18 de abril de 2014

ARROTEIAS E FALTA DE DERREGA DE TERRENOS EM SANTA MARIA

CONSEQUÊNCIAS NA EROSÃO, QUEBRADAS E DESLIZAMENTO DE SOLOS
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Em Santa Maria, tal como nas outras ilhas dos Açores, as grandes linhas de erosão e quebramento de terrenos nas pastagens em altitude situadas no cume de colinas ou encostas declivosas, resultaram da intensificação da agro-pecuária, nomeadamente de arroteias e terraplanagens efetuadas em antigas áreas naturais, para a criação de pastos.

Depois das grandes arroteias, à altura do povoamento, que destruiu grande parte do coberto vegetal primitivo, nomeadamente a Laurissilva, houve uma certa estabilização, durante largas décadas, tendo escapado a essa devastação arbórea os cumes das elevações e as encostas mais íngremes.  Com a adesão de Portugal à então CEE (agora EU), surgiram os bastos incentivos e subsídios à produção agro-pecuária, e em consequência o desbaste de outras áreas de matas, em cotas de altitude que a prevenção, a razão e um bom ordenamento do território, não deveriam permitir.

Pensava eu que as arroteias em Sta Maria, uma ilha já por si parca em coberto vegetal tinham cessado, mas o acompanhamento que fiz esta semana com um arquiteto paisagista estudioso de Permacultura e outro amigo com sensibilidade e experiência em reabilitação florestal, correndo a ilha “por dentro”, nos deparamos com vários desbastes de vegetação, em lugares não recomendáveis.

As consequências dessas arroteias em zonas de altitude, para além da degradação visível da paisagem, acarretam outras consequências a vários níveis. A nível ecológico, pela degradação do habitat de aves e corte de algumas espécies vegetais endémicas; a nível hidrológico, pela falta de retenção das águas das chuvas e consequente diminuição da recarga de nascentes; a nível geológico, pela quebra e arrastamento dos solos.

A SOLUÇÃO ESTÁ NA ESTERILIZAÇÃO

A IRRESPONSABILIDADE CONTINUA EM SANTA MARIA EM RELAÇÃO AOS ANIMAIS
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NOS ÚLTIMOS DIAS, VÁRIAS CRIAS DE ANIMAIS TEM SIDO DESPEJADAS NO CAMAC, O QUE É INACEITÁVEL.
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A esterilização/castração é a forma mais eficaz, ética e civilizada de contribuir para minimizar o sofrimento dos animais de companhia, aquando de gravidezes indesejadas, sendo depois as crias criminalmente mortas, maltratadas ou despejadas irresponsavelmente nos canis, como tem acontecido no CAMAC de Vila do Porto.

Recordo que ninguém é obrigado a ter um animal, e caso opte por ter uma cadelinha ou gatinha, e se não tiver disposto(a) a arcar com a responsabilidade das suas crias, terá que ser responsável e fazer a esterilização das mesmas, junto dos veterinários.

 A maior parte do sofrimento dos animais de companhia é, de longe, resultado da sua superpopulação, daí a obrigação cívica e dever de cidadania dos marienses proceder à esterilização/castração dos seus animais.

O CADEP-CN tem defendido junto da Câmara Municipal e da Autoridade Veterinária Regional, através da Secretaria Regional dos Recursos Naturais, a promoção de uma campanha de esterilização/castração em Sta Maria, a preços proporcionais aos rendimentos das famílias. Vamos continuar a insistir nessa matéria já no próximo mês, em reunião com o Senhor Secretário Neto Viveiros, contando levar alguns elementos da Bolsa de Voluntariado de Vila do Porto.

 Combater a triste e cruel realidade dos abandonos e das e entregas injustificadas e, bastas vezes, irresponsáveis de animais no CAMAC está nas mãos das entidades, mas fundamentalmente dos marienses, começando por evitar  que os nossos animais de companhia se reproduzam em demasia,  e sensibilizando/educando a comunidade para a importância fulcral da esterilização.

 As vantagens da esterilização não está só no combate ao trágico sofrimento associado à superpopulação de cães e gatos, como tendo efeito multiplicador também na saúde dos animais, ao prevenir cancros e  aumentar a sua esperança, com o acrescento de eliminar os comportamentos incomodativos associados ao cio nas fêmeas e à marcação de território nos machos.

Terminamos com o vincado aviso aos marienses de que o CAMAC não é um serviço público de descarte nem de entrega de animais, por razões infundadas como, vergonhosamente”, tem vindo a acontecer, mas tão só, um centro de recolha/acolhimento de animais em casos humanos extremos, tais como: falecimento de pessoas que viviam sós, perdas comprovadas de emprego e de compulsividade resultantes da aplicação da lei.

17 de abril de 2014

VÍDEO: VISTAS DE ALMAGREIRA

15 de abril de 2014

DOAÇÃO DE TOALHAS PARA OS ANIMAIS DO CAMAC

APELO AOS MARIENSES! – Divulguem por favor.

Campanha: “Doação de toalhas usadas para os animais do CAMAC”
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Os elementos inscritos na “Bolsa de Voluntariado do CAMAC”, em breve vão começar a dar banhos regulares aos cãozinhos alojados no CAMAC, para seu conforto, higiene, combate aos parasitas e melhor apresentação para as adoções.

Agradece-se a colaboração/solidariedade dos marienses, na doação de toalhas usadas, para os enxugar após os banhos.


As toalhas podem ser entregues no CAMAC, na Escola de Almagreira e no Centro de Estética Vitória.

CONTAMOS COM A SUA AJUDA.
 OBRIGADO!

VISITA À QUINTA DOS ARRUDAS (LUGAR DO MONTEIRO, ALMAGREIRA

No âmbito do projeto “Ambiente e Património Local – “Conhecer para valorizar e proteger”, que é o tema do PCT da turma dos 1º e 3º anos da Escola de Almagreira, os alunos e o CADEP-CN estudaram e depois foram conhecer a bonita e histórica “Quinta dos Arrudas”, que passo a apresentar.
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 Conforme a data da inscrição no arco da entrada lateral do Jardim e quinta "1871", trata-se de uma construção Séc. XIX, talvez com alguns acrescentos já no início do séc. XX.
 
No seu conjunto, a “Quinta dos Arrudas” é constituída por habitação, dois edifícios de apoio às atividades agrícolas (com cavalariças, tanque e depósito de água), currais de porco, recintos murados que envolvem a habitação e os edifícios anexos, "jardim de passeio" (jardim formal), pomares e campos agrícolas.

 A habitação é de planta retangular com um piso sobre caixa-de-ar. Tem forno (com duas bocas) de volume exterior e de planta retangular (com "janela da gateira" e chaminé com remate de secção retangular) adossado à fachada lateral direita.

A caixa-de-ar tem vãos para ventilação, emoldurados em pedra de cantaria.

 Na continuidade do corpo do forno encontram-se a retrete e os arrumos.

 A habitação é construída em alvenaria de pedra rebocada e caiada, com exceção dos cunhais, da cornija, das faixas e das molduras dos vãos (com verga de volta inteira sobre impostas) que são em cantaria.
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14 de abril de 2014

VISITA À QUINTA DA "SENHORA DO MONTE" OU QUINTA DA "MEIA LARANJA"

No âmbito do projeto “Ambiente e Património Local – “Conhecer para valorizar e proteger”, que é o tema do PCT da turma dos 1º e 3º anos da Escola de Almagreira, os alunos e o CADEP-CN estudaram e depois foram conhecer a bonita e histórica “Quinta da Senhora do Monte”, que passo a apresentar.

Esta quinta solarenga, localizada na freguesia de Almagreira, é uma construção do início do Séc. XX (1819), pertença da família do Senhor Francisquinho da Praia. 

É composta por uma grande casa rural (antiga casa de quinta) constituída por habitação, ermida, corpo do escritório, casa do alambique, cisterna, retrete e curral de porco. 

A retrete, separada do complexo habitacional, fica próxima da cisterna e está adossada ao curral do porco.  

A cisterna, de planta retangular, ocupa o espaço compreendido entre o embasamento do forno e o tardoz da ermida. 

 O corpo da habitação é de planta retangular com dois pisos (lojas no piso térreo) e sótão. Tem "caixa do lar" (com "janela da gateira" e "chaminé de vapor") e forno semicilíndrico (sobre embasamento) salientes.  

No ângulo do forno com a habitação existe um balcão com escada em cantaria, para acesso ao piso superior. As janelas são de guilhotina de duas folhas. 

NATURALISTA AÇORIANO FRANCISCO ARRUDA FURTADO, CORRESPONDEU-SE COM DARWIN

ENCONTRADO ESPÓLIO DA CORRESPONDÊNCIA ENTRE FRANCISCO ARRUDA FURTADO E  DARWIN 

CONHEÇA QUEM FOI O MAIS FAMOSO NATURALISTA PORTUGUÊS (1854-1887)
(Vídeo de Luís Arruda, SIARAM)



13 de abril de 2014

VÍDEO: PÁSSARO ALIMENTA OS SEU AMIGOS CÃO E GATO

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VISITA À "QUINTA DO FALCÃO", EM ALMAGREIRA


No âmbito do projeto “Ambiente e Património Local – “Conhecer para valorizar e proteger”, que é o tema do PCT da turma dos 1º e 3º anos da Escola de Almagreira, os alunos e o CADEP-CN estudaram e depois foram conhecer a bonita e histórica “Quinta do Falcão”, que passo a apresentar.
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Construção do Séc. XVIII, a vistosa e extensa “Quinta do Falcão, situada na freguesia de Almagreira, é uma propriedade contígua à estrada regional, sendo o seu acesso através de um grande portal de caris neoclássico. 

Transposto o portal, um longo caminho empedrado e ladeado por muros altos leva-nos até ao complexo de edificações da quinta. 

O edificado da quinta é constituído por habitação, cavalariças, edifícios de apoio à atividade agrícola, poço e mirante, onde os senhorios (normalmente as senhoras), no final da tarde, saboreavam o chá de ervas aromáticas, o tradicional vinho abafado ou licores caseiros e as iguarias da doçaria mariense, enquanto “miravam” a paisagem e quem passava na estrada, recebendo aí as novidades do dia, através dos transeuntes.  

A habitação é constituída por vários corpos de um e dois pisos organizados em torno de um pátio fechado e formando um retângulo.  

O chão do pátio, assim como as escadas de acesso são de pedra de cantaria, o que lhe confere um cunho muito rústico e nobre. 

A cozinha apresenta-se saliente do retângulo da habitação e tem uma chaminé de grandes dimensões.  

A habitação tem um largo balcão ao longo de dois lados do retângulo (num deles com “conversadeiras” embutidas no murete de proteção) e insere-se num complexo de pátios e recintos murados. 

 Todas as construções são em alvenaria de pedra rebocada, sendo a habitação caiada com as molduras, as pilastras, os socos e as faixas pintadas de almagre. 

Os muros divisórios e as construções de apoio são integralmente pintados de almagre, como era tradicional nas propriedades da família Falcão.  

As coberturas são de duas ou quatro águas em telha de meia-cana tradicional, geralmente rematadas com beiral duplo.  

 O poço situa-se num terreno inferior, perto do balcão da habitação. 

O mirante é também rebocado e  pintado com cor almagre. Está inserido no muro de pedra seca que limita a propriedade, junto à estrada, perto do portal da entrada na quinta.

Nesta propriedade existem três imponentes araucárias, servindo uma delas para dar sombra ao mirante. 

Texto: José Melo
Fonte consultada: "Arquivo da Arquitetura Popular dos Açores".
 

VISITA À QUINTA DE SANTA RITA OU DA FONTE DO MOURATO, EM ALMAGREIRA

No âmbito do projeto “Ambiente e Património Local – “Conhecer para valorizar e proteger”, que é o tema do PCT da turma dos 1º e 3º anos da Escola de Almagreira, os alunos e o CADEP-CN estudaram e depois foram conhecer a bonita e histórica “Quinta de Santa Rita”, que passo a apresentar.
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QUINTA DE "SANTA RITA" OU DA “FONTE DO MOURATO” 
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Trata-se de uma magnífica quinta que remonta ao século XVIII, pertença dos familiares do Senhor Ernesto Arruda. 

É composta por um solar antigo, com agumas modificações advindas dos restauros recentes, mas que continua uma imponente edificação histórica, com  socos e molduras de portas e janelas em cantaria, contendo adossado ao seu corpo a Ermida de Santa Rita ou da Senhora da Natividade. Na extensa área da quinta, existe um forno de cal e alguns anexos, outrora adstritos a funções agrícolas, como a adega, assim como um espaço de pomar e um bonito e amplo espaço verde com  “jardim de passeio”, destacando-se duas imponentes auracárias, entre outras espécies de vegetação. 
 

A Ermida terá sido erguida na primeira metade do século XVIII em cumprimento a uma promessa. Durante um forte temporal registado na ilha, a queda de um raio feriu gravemente o proprietário e matou um seu irmão. A esposa do proprietário prometeu erigir uma capela a Nossa Senhora, em intenção da recuperação do esposo, graça que, obtida, conduziu à sua edificação. 

É uma Ermida de planta retangular adossada à empena esquerda do antigo solar, proporcionando maior imponência e enriquecimento ao conjunto do edificado. 

 A fachada principal, delimitada por largos cunhais cujo embasamento se confunde com um soco moldurado e bojudo, parece incompleta na parte superior. Tem, ao eixo, um portal encimado por uma janela. O portal, rematado em arco abatido com uma concha em relevo no fecho, é ladeado por pilastras encimadas por pináculos encastrados. Os fustes das pilastras são almofadados e ladeados por grossas volutas. A janela tem moldura simples com verga curva. 

 A parte posterior da fachada lateral esquerda é encimada por um campanário (com arco de volta perfeita sobre impostas), não dispondo já do sino. 

 A construção é  em alvenaria de pedra rebocada e pintada de branco, com exceção do soco, dos cunhais, da moldura da janela e de parte dos elementos decorativos do portal que são em cantaria cinzenta da pedreira do Anal, bastante trabalhada. 

 No adro tem o chão em calçada tradicional de lajes de basalto, contendo uma araucária centenária e um robusto banco de em blocos de cantaria, que servia de mirante, para a família passar os finais da tardes de bom tempo, como era habitual nas quintas abastadas. A escadaria que liga o logradouro é em cantaria, com o espalo plano entre escadas em pedras roladas pelo mar.    

Conforme era hábito na ilha, nesta wermida era feita a celebração dos ofícios religiosos para a comunidade em determinados dias, conforme contrato dos abastados proprietários com os frades franciscanos. 
 
Os nosso agradecimentos pela autorização da visita à quinta e parabéns aos proprietários pelo bom estado de conservação da propriedade.
 

 Texto de José Andrade Melo
 Fonte consultada: “Inventário do Património do Concelho de Vila do Porto" (IAC)
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