Bem vindo(a) ao NaturMariense

Convidamo-lo(a) a ler, participar e juntar-se às causas defendidas pelo CADEP-CN e pelos Amigos dos Açores, em Santa Maria.

Escreva, dê ideias e denuncie situações: cadep.cn@gmail.com ou santamaria@amigosdosacores.pt


5 de setembro de 2014

RODRIGUES GUEDES DE CARVALHO DÁ A CARA E A VOZ PELOS ANIMAIS

Exemplo de um grande homem e de um ser humano integral!

OS GRANDES HOMENS E OS JOVENS DE VALOR COMO OS DA BOLSA DE VOLUNTARIADO DO CAMAC LUTAM E DÃO A CARA  NA DEFESA DO BEM-ESTAR DOS ANIMAIS, QUE SÃO SERES SENCIENTES E INOCENTES QUE NÃO TEM VOZ NEM MEIOS PARA SE DEFENDEREM SOZINHOS, CONTRA A CRUELDADE E BRUTALIDADE HUMANA.

Bem-hajas Rodrigues Guedes de Carvalho, pelo teu nobre caráter e atitude pro-activa na defesa dos animais.


https://www.youtube.com/watch?v=66bWYbRttW4

TOURADAS CADA VEZ COM MENOS AUDIÊNCIA EM PORTUGAL

A LUTA DAS ONGAS E DA SOCIEDADE CIVIL ESTÁ A VALER A PENA

Avanço civilizacional dos portugueses no respeito pela vida dos animais!

 São cada vez mais os portugueses que renunciam à crueldade das touradas. Os números não enganam e mostram que as touradas, mesmo transmitidas em horário nobre, não cativam a sociedade portuguesa.

 A corrida de touros transmitida no passado dia 22 de Agosto pela RTP, em direto da praça de touros de Albufeira, ficou muito aquém de qualquer dos outros programas transmitidos pelos canais em sinal aberto.


PRAIA PARA CÃES EM ITÁLIA COMEMORA 15 ANOS

PORQUE OS MELHORES AMIGOS TAMBÉM TEM DIREITO E SUJAM MENOS AS PRAIAS DO QUE MUITOS -
HUMANOS
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Baubeach, a primeira praia para cães localizada às margens do Mar de Maccaresa, ao norte de Itália, completa 15 anos de existência e os frequentadores continuam com as caudas a abanar de satisfação.

"Aqui, nós somos os convidados", comenta, divertido, José Luís, o dono de Morena, uma labradora que adora brincar nas ondas do verão italiano.
Num país com cerca de 6 milhões de cães oficialmente registados pelo ministério da Saúde - numa população de 60 milhões de habitantes -, existem muito poucas praias às quais os cães podem ter acesso.
"É ridículo, tendo em conta que, segundo a lei, cavalos e cabras podem frequentar tranquilamente a praia", critica Patrizia Daffinà, fundadora, em 1998, desta primeira praia italiana exclusiva para cães.
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7.000 metros quadrados de liberdade
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Criada a poucos metros da praia particular da polícia italiana, num areal de 7.000 metros quadrados, cerca de 100 cães aproveitam, hoje em dia, a praia ao mesmo tempo.
Para ter acesso a este espaço privilegiado de diversão, os donos devem cumprir com uma série de normas para que os seus animais possam-se divertir em total liberdade e segurança.
Além do pagamento de uma inscrição anual equivalente a US$ 17 (12,70 €) e de uma entrada diária de US$ 5 (3,70 €) para os cães de grande porte, a organização oferece actividades, cursos, festas e até acompanhamento veterinário.
"Todos os cães podem aproveitar a praia, do Pinscher ao Rottweiler. Não há discriminação de raças. Os únicos que não podem ter acesso são as cadelas no cio e os que animais que não estão registados', explica Patrizia, que também não aceita cães sem vacinação em dia.
No ano passado, mais de 7.000 cachorros aproveitaram a praia entre Maio e Setembro, um número que tem sempre aumentado.
Um “porteiro” comportamentalista com capacidade de identificar o temperamento dócil dos cães, decide ou não a entrada, como numa discoteca, dos animais que não pareçam ser problemáticos. Uma vez autorizado, o dono recebe um guarda-sol e uma cadeira.
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Vida de cão
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Divididos por tamanho, os cães podem divertir-se com brinquedos, enquanto que as raças de nadadores, como o Labrador Retriever, Cão de Terra Nova e o Golden Retriever, podem mergulhar tranquilamente neste cantinho do Mediterrâneo.
"É maravilhoso. O meu cão diverte-se imenso e eu descanso", comenta Roberta com Melissa entre as pernas.
Para garantir a higiene, uma das maiores críticas de quem não possui cães, são usados produtos naturais.
Uma equipa de funcionários encarrega-se de desinfectar constantemente a areia.
"Ver o meu cão a nadar dá-me um enorme prazer", comenta o dono de Morena, concentrada em cavar um buraco na areia.
Nesta praia exclusiva, os frequentadores caninos também contam com bebedouros, sacos para recolher fezes e, se for preciso, protector solar para as patinhas ou para as raças com pele mais sensível.
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Fonte: Jornal “Globo” online 

4 de setembro de 2014

NOTÍCIA CAA -“BANHO PÚBLICO SOLIDÁRIO E REIVINDICATIVO PELOS ANIMAIS DO CAMAC DE VILA DO PORTO

 Ouça a notícia no Asas do Atlântico e veja os vídeos da atividade!

“BANHO PÚBLICO SOLIDÁRIO E REIVINDICATIVO PELOS ANIMAIS DO CAMAC DE VILA DO PORTO"

Conheça as reivindicações para o CAMAC, feitas pelos nossos jovens voluntários da BVC (Bolsa de Voluntários do CAMAC), à Câmara Municipal de Vila do Porto

Clicar em:






O PERIGO DA “IMUNIDADE CIENTÍFICA” DE CERTOS ESTUDIOSOS PARA A CONSERVAÇÃO DO PATRIMÓNIO NATURAL DOS AÇORES

 Porque já nos vimos envolvidos em acesas lutas cívicas deste teor, embora de outra natureza, dentro da nossa missão ativista de conservação do património natural “in situ” (felizmente já sanadas pela saída de legislação e compreensão das partes), bebo plenamente da preocupação e indignação do colega de causas comuns Paulo Araújo, expostas e apresentadas no artigo abaixo. 
O título do texto -- “A vida por uma foto”--, bem expressa a falta de sensibilidade, de responsabilidade e deontologia de certos estudiosos/investigadores que, sob a capa da “imunidade científica” ou interesse científico, não tem pejo em sacrificar elementos singulares do nosso património natural, tão só, em prol do seu egocêntrico brilho académico.
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“A VIDA POR UMA FOTO” - 
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Ceradenia jungermanioides (Klotzsch) Bishop
No afã mais ou menos científico de tudo conhecer, colectar e classificar, e amiúde com o pretexto de ajudar a definir medidas de conservação que raramente são postas em prática, os botânicos profissionais (e alguns amadores convencidos da sua própria importância) podem causar danos irreparáveis. A história deste feto nos Açores ilustra exemplarmente como a pulsão de possuir, herborizar, coleccionar ou tão só fotografar pode ser cega e destrutiva. Corria a Primavera de 1973 quando ele foi pela primeira vez observado nos Açores, algures nas musgosas florestas do Pico, pelos botânicos alemães Helga Rasbach e Kurt Rasbach. Dada a necessidade de colher uma amostra para posterior estudo e identificação, e sabendo que o reconhecimento de uma espécie como parte da flora de uma região exigia (ainda exige, segundo alguns) que se depositasse uma planta completa num herbário, os Rasbach não tiveram dúvidas (e, no lugar deles, poucos botânicos teriam) em colher o único exemplar que encontraram. Ao mesmo tempo que a flora açoriana era oficialmente enriquecida com uma nova espécie, o próprio acto que permitiu oficializar a novidade poderia ter provocado (ou apressado) a sua extinção no arquipélago. Assim terá parecido durante quase 20 anos, até que em 1991 outros botânicos reencontraram a Ceradenia jungermanioides no Pico, e em 2010 Hanno Schäfer a descobriu nas Flores e na Terceira. No mesmo ano, também nas Flores, Schäfer encontrou um feto epífito da mesma família que se revelou endémico dos Açores e ficou a chamar-se Grammitis azorica.

Os géneros Grammitis e Ceradenia distribuem-se predominantemente pela América tropical, e a C. jungermanioides, que ocorre desde o sul do México até à mata atlântica do Brasil, chegou talvez aos Açores por via caribenha, colonizando as ilhas através de esporos trazidos pelo vento. Cada planta é composta por um rizoma curto de onde saem numerosas frondes pendentes e lineares com 3 a 8 cm de comprimento; os soros, que são circulares e sem indúsio, dispõem-se em duas fiadas paralelas no verso de cada fronde. Embora elas possam secar e cair durante o Verão, o número de frondes por planta aparenta ser proporcional à idade; Schäfer, que encontrou plantas com mais de 100 frondes, conjecturou mesmo que o seu número corresponde aproximadamente aos anos de vida da planta.

Ceradenia jungermanioides (Klotzsch) Bishop
 Mas mesmo essas plantas tão prolíferas são, pela sua pequenez, difíceis de detectar entre os musgos e líquenes que revestem espessamente os troncos dos juníperos e azevinhos onde elas costumam encavalitar-se. E, no que a fetos diz respeito, estes dois da família Gramittidaceae são singularmente morosos e incompetentes a reproduzirem-se. Com (muita) sorte e empenho encontram-se plantas isoladas, mas nunca populações significativas. O número total de indivíduos de C. jungermanioides nas Flores rondará as dezenas, no Pico chegará talvez às centenas. Tendo em conta a super-abundância de habitats favoráveis (cada um dos muitos milhares dos juníperos e azevinhos das florestas húmidas dessas ilhas é um poleiro possível), e a fraca acessibilidade de muitos deles, mergulhados em almofadões de Sphagnum ou rodeados por floresta densa, encontrar um único destes fetos é já uma proeza considerável. E, uma vez encontrado, devemos respeitá-lo, pois, seja qual for a razão invocada, é indigno destruir uma planta raríssima que levou anos de vida paciente e silenciosa a formar-se.

  a Mas esse código ético nem sempre é acatado por quem faz da botânica o seu hobby ou profissão. Alguns porque consideram que, mais do que a conservação de uma espécie em perigo (que aliás as autoridades locais pouco fazem para proteger), importa que o herbário da instituição em que trabalham ou o seu próprio herbário pessoal guardem colecções tão completas quanto possível. Se todos os herbários importantes, europeus e americanos, quiserem (como alguns quiseram) os seus exemplares açorianos de Grammitis e Ceradenia, as duas espécies, únicas da sua família na flora europeia, ficarão a um passo da extinção. Mas há pior: há quem faça tudo por uma fotografia. O que está nesta página (veja a foto ao fundo), de um francês com fracas luzes de geografia (os Açores são na Madeira?!) que em França respeita todas as normas mas acha que as ilhas atlânticas são o faroeste, é de uma sacanice repugnante.

P.S. O autor da foto comprometedora, Benoit Bock, já a retirou da página. Isso não vai salvar as cinco plantas que ele criminosamente sacrificou por um motivo mais que fútil. Para que conste, fica guardada cópia neste endereço.

Texto de: Paulo V. Araújo, 2/9/2014
In: Blog:  "Dias com árvores"

3 de setembro de 2014

"SE NÃO GOSTAS DE TOURADAS NÃO VÁS E PRONTO"" - A RESPOSTA.

AQUI VAI A MINHA RESPOSTA!
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Resposta aos que me dizem: “Se não gostas de touradas, não vás!"
Assim dizem eles: "O gosto pelas touradas é uma questão pessoal; se tu não gostas, não vás, mas respeita a minha liberdade e o meu gosto "
Se assim fosse, os pedófilos, os violadores (que até poderiam ser dos seus filhos(as) também gostam do que fazem, então teriam de respeitar também a sua liberdade e os seus gostos! 
 Se uma pessoa não só não respeita a vida de um animal, mas também paga para que o obriguem a sofrer em todo o tipo de espetáculos e até a morrer, na arena, nas corridas à española ou logo depois, no matadouro, nas touradas à portuguesa não pode pedir para ser respeitado nesse aspecto de sua vida.  
 O gosto pelas touradas não é uma” questão pessoal”, mas uma questão moral, civilizacional e de respeito pela vida alheia, uma vez que envolve o sofrimento de outros seres que SÃO OBRIGADOS A SER SUBMETIDOS A ATROCIDADES!
Do mesmo modo, não pode ser tratado como uma questão pessoal a violência familiar ("se não quer bater na sua mulher (ou marido), não bata, mas deixe-me fazer o que quiser"), estupro ("se não aceita violações, não o faça, mas deixe-me violar quem eu quiser "),  a pedofilia (os pedófilos gostam de molestar crianças e abusar sexualmente delas, e então teriam a liberdade para o fazerem) ou a guerra ("se acha uma guerra injusta, não se aliste, mas deixe-me matar quem quiser e não te manifestes contra, nem peças o seu fim, uma vez que restringe a minha liberdade para bombardear uma população").  
 No caso dos animais, a necessidade de intervir para parar o seu sofrimento deverá, ainda, ser moralmente  maior, já que por si sós não podem livrar-se das atrocidades a que são obrigados e submetidos e se as pessoas que consideram uma injustiça a sua exploração para divertimento de uns poucos não levantarem a sua voz e se insurgirem, eles continuarão a ser vítimas de pessoas sádicas e sem escrúpulos, que envergonham a espécie humana.
 

VÍDEO: "A NATUREZA NÃO TEM PREÇO!!!"

POR ISSO EXIGE MUITA ÉTICA E GRANDE RESPONSABILIDADE HUMANA!
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Usamos, todos os dias, os recursos da Terra sem pensar nisso. Mas se soubessemos avaliar e pagássemos o verdadeiro valor desses recursos preciosos, teríamos MUITO mais cuidado com o que usamos e, nomeadamente, com o que, irresponsavelmente destruimos e  desperdiçamos…
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Neste vídeo que,a conselho vivamente,  o prestigiado economista e ecologista indiano Pavan Sukhdev, a natureza deve ter o seu real preço. “Não se trata de colocar um preço sobre o valor da natureza (essa é incalculável),  até porque a abelha não passa um recibo quando produz o mel (e ninguém o sabe fazer como ela), mas ampliar a consciência dos agentes económicos e consumidores para o custo dos impactos sobre o capital natural e social”.


2 de setembro de 2014

AÇORES VÃO TER GUIA BILINGUE DE CANYONING!

SANTA MARIA TAMBÉM SERÁ CONTEMPLADA

Os Açores vão passar a dispor de um guia bilingue onde estão sinalizados mais de uma centena de locais para a prática de "canyoning", uma modalidade em expansão no arquipélago, que pretende "rivalizar" com outros destinos.
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Ler notícia em:
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1 de agosto de 2014

ABATE DE GAIVOTAS NA CULTURA DA MELOA DE STA MARIA

In: Jornal “Terra Nostra” (pág. 12-13), 27-06-2014
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OPINIÃO SOBRE O DESPACHO N.º 993/2014 de 16/06 de 2014 
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Solicitando-nos a comunicação social uma opinião sobre o assunto, dentro da nossa ação defensora da conservação da natureza e proteção da biodiversidade, na ilha de Sta Maria, sem quaisquer radicalismos, nos apraz expressar o nosso posicionamento, em coerência com os valores ético-ecológicos que perfilamos estatutariamente e na mesma linha do opinado em 2012, perante um despacho semelhante. 

A sub-espécie  Laurus michahellis atlantis, não tendo um estatuto especial de proteção, encontra-se, no entanto, protegida pela lei geral de proteção das aves selvagens, detendo um estatuto de conservação favorável, em virtude do largo efetivo populacional a nível mundial e regional. 

A população de gaivotas tem aumentado significativamente em Portugal (no último meio século quase triplicou), o mesmo acontecendo nos Açores com um crescimento na ordem dos 50% a 60%, nas últimas três décadas, conforme dados do ICB-B. 
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O fenómeno do crescimento exponencial desta ave marinha advém do excesso de disponibilidade alimentar de origem antrópica:–desperdícios da faina da pesca lançados ao mar, restos de pescado capturado pelas gaivotas, nos descarregamentos portuários e no acto de recolha das artes de pesca, realçando-se também, vincadamente, as muitas lixeiras a céu aberto.
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Aterro sanitário de Santa Maria
A grande urbanização das gaivotas (presença em terra) decorre precisamente da enorme produção de lixo pelos humanos, erradamente, disposto em muitas lixeiras e aterros desregrados, tendo a volumosa disponibilidade de alimentos aí existente,  atraído aquelas aves do mar para terra.  
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O volume de gaivotas que se agrupam em ilhéus, nas marinas, portos, terrenos  e zonas mais urbanas, tem constituído, nalguns casos, a feição de praga pelas perturbações, incómodos e estragos que causam a alguns ecossistemas, edifícios, viaturas, barcos e a algumas culturas, como acontece em relação à meloa de Sta Maria. 

30 de julho de 2014

OS CACHORRINHOS QUE NOS MORDISCAM AS MÃOS E OS PÉS

É PRECISO CORRIGIR COMPORTAMENTOS NOS ANIMAIS

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Dizem por ai que toda a brincadeira tem um fundo de verdade (intenção), mas tratando-se de cães podemos dizer os mesmo?
 Quero abordar um assunto que normalmente é corriqueiro entre os donos de cachorros: “as mordidelas dos cachorrinhos, nas brincadeiras”.
 A fase de crescimento e desenvolvimento dos cachorrinhos, pode ser considerada um treino para a vida adulta. Portando, toda brincadeira remete a uma realidade futura.

É durante a fase de desenvolvimento que os cachorros aprendem seu devido lugar na hierarquia da matilha, e demonstram traços importantes de suas características comportamentais.

É ainda nesta mesma fase que os cães novos aprendem a caçar, dominar, lutar, entre outras coisas, por meio das “brincadeiras” em matilha. Observe sua reação diante do cachorro que mora em sua casa: você o cumprimenta com um tom de voz infantil, o afaga e beija, voltando-se para ele como se fosse uma criança? Ao tratá-lo assim, como ele reage a você? Provavelmente o cãozinho o recebe cheio de energia, lambendo e mordendo tudo que estiver ao alcance dele. E é justamente neste ponto que o erro acontece.