Bem vindo(a) ao NaturMariense

Convidamo-lo(a) a ler, participar e juntar-se às causas defendidas pelo CADEP-CN e pelos Amigos dos Açores, em Santa Maria.

Escreva, dê ideias e denuncie situações: cadep.cn@gmail.com ou santamaria@amigosdosacores.pt


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3 de setembro de 2014

VÍDEO: "A NATUREZA NÃO TEM PREÇO!!!"

POR ISSO EXIGE MUITA ÉTICA E GRANDE RESPONSABILIDADE HUMANA!
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Usamos, todos os dias, os recursos da Terra sem pensar nisso. Mas se soubessemos avaliar e pagássemos o verdadeiro valor desses recursos preciosos, teríamos MUITO mais cuidado com o que usamos e, nomeadamente, com o que, irresponsavelmente destruimos e  desperdiçamos…
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Neste vídeo que,a conselho vivamente,  o prestigiado economista e ecologista indiano Pavan Sukhdev, a natureza deve ter o seu real preço. “Não se trata de colocar um preço sobre o valor da natureza (essa é incalculável),  até porque a abelha não passa um recibo quando produz o mel (e ninguém o sabe fazer como ela), mas ampliar a consciência dos agentes económicos e consumidores para o custo dos impactos sobre o capital natural e social”.


6 de setembro de 2013

LIVRO "PENSAR COMO UMA MONTANHA"- 60 ANOS DEPOPIS TRADUZIDO PARA PORTUGUÊS

O MAIS DEBATIDO CLÁSSICO DA ECOLOGIA E DA NATUREZA
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Seis décadas passaram (1949-2008) sem que tivesse sido traduzida para português uma das obras mais importantes de sempre no domínio da ecologia e da natureza, escrita por Aldo Leopold.
Com centenas de milhares de exemplares em várias línguas divulgados universalmente, A Sand County Almanac, de Aldo Leopold, é hoje o
clássico da natureza e da ecologia mais debatido em todo o mundo.
 
Para título desta primeira edição em língua portuguesa, Pensar como uma montanha, adoptámos uma expressão do próprio A. Leopold, na qual ele aponta para a necessidade de superar o ponto de vista estreitamente antropocêntrico e de ter sempre em conta o longo e o longuíssimo prazo, se se quer evitar a destruição acelerada da natureza, e da humanidade com ela.
 
* Ler mais sobre o livro e o seu autor em:
 

23 de fevereiro de 2013

VOCÊ É UM(A) CONSUMIDOR(A) SUSTENTÁVEL?

FAÇA O TESTE!

Veja se é um(a) consumidor(a) sustentável e o que é aconselhável mudar nas suas atitudes/comportamentos a bem do ambiente e da preservação de recursos naturais.

Clic em:
http://simula-residuos.apambiente.pt/

12 de julho de 2012

AGRICULTURA BIOLÓGICA PODE COMEÇAR NO JARDIM DE INFÂNCIA

UM EXEMPLO VINDO DO FAIAL 

Na decorrência da formação sobre agricultura  biológica (AB), que está a decorrer no Faial, o formador Eng. António Strecht Ribeiro visitou o Colégio de Infância de Santo António (CISA), uma instituição com valências de creche e jardim-de-infância, primeiro ciclo e casa de acolhimento.

Um encontro que decorreu na estufa montada no sábado passado, pelas mãos de alguns pais e membros da instituição que, durante cinco horas e meia, levantaram uma nova estrutura de suporte à educação dos seus filhos.

Recebido pela Diretora da Instituição, Rosa Dart, e pela representante dos pais e formanda no curso de AB, Romana Medeiros, ficou estabelecido que os formandos do curso irão desenvolver um desenho da plantação segundo os princípios da agricultura biológica. O plano será debatido e corrigido pelo formador, sendo depois executado com a orientação dos professores e educadores.

Será feita uma aposta na biodiversidade em hortícolas e aromáticas, ficando cada grupo de alunos responsável por uma área da estufa, implicando-os na gestão do espaço. A envolvente à estufa também será plantada na perspetiva de se atrair os seres auxiliares favoráveis ao equilíbrio do sistema agrícola.

Destacou-se a importância da palhagem, cobertura do solo com os cortes das sebes e fetos, como forma de controlar as ervas indesejáveis e de fornecer carbono ao solo.

Uma excelente perspetiva de formação para os jovens desta instituição, que irão fazer sementeira e plantação. E crescer aceitando uma lógica de biodiversidade na produção agrícola. Um elogio merecido para os professores da instituição pela abertura e recetividade à ideia de ensinar agricultura biológica ao seus alunos. Usando os recursos disponíveis, articulando conhecimentos e com a coragem de experimentar novas abordagens. 

Por: Pedro Medeiros
In: “Rede Açores Pro Bio”